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Un batterio killer crea nuove opportunità di esportazione ai produttori di gamberi brasiliani

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Un batterio killer sta decimando la popolazione di gamberi in Asia . Paesi come Thailandia e  Cina tra gli altri stanno registrando enormi perdite . I paesi asiatici esportano oltre 3 milioni di tonnellate di gamberi l’anno . Di questa situazione vogliono approfittare i produttori brasiliani e tra questi il Rio Grande do Norte , tra i maggiori produttori del Brasile .Passati i fasti del 2004 , anno in cui si raggiunse il valore record di 21 mila tonnellate esportate contro le 33 mila prodotte  ,oggi le esportazioni languono a 250-300 tonnellate contro le 25 mila stimate per quest’anno . Attualmente il mercato interno sta assorbendo la maggior parte della produzione .In questa situazione è comunque grande il rischio di importare questa malattia dall’estero  ecco perchè i produttori locali stanno ostacolando la importazione di gamberi dalla vicina Argentina .   

Criadores brasileiros querem aumentar volume exportado

Ao mesmo tempo que tentam barrar a entrada de camarão argentino no país, os criadores brasileiros se preparam para aumentar o valor e volume exportado. A expectativa é que o país, que passou os últimos dois anos comercializando camarão apenas no mercado interno, exporte entre 500 e 600 toneladas até o final do ano. Só o RN deverá exportar entre 250 e 300 toneladas, segundo Itamar Rocha, presidente da Associação Brasileira de Criadores de Camarão (ABCC). A produção para este ano é estimada em 25 mil toneladas. Boa parte continuará indo para a mesa dos brasileiros.

O estado, que é um dos maiores produtores de camarão do país, já exportou 173 toneladas de camarão este ano. O Ceará, segundo colocado, exportou 141 toneladas no mesmo período.

Júnior SantosA expectativa da ABCC é que o Brasil exporte entre 500 e 600 toneladas até o final do anoA expectativa da ABCC é que o Brasil exporte entre 500 e 600 toneladas até o final do ano

Embora represente um avanço com relação aos últimos dois últimos anos, o volume exportado ainda está muito abaixo do já registrado pelo RN e pelo país. O RN, diz Itamar Rocha, já chegou a exportar até 21 mil toneladas das 33 mil produzidas em 2004, quando as exportações atingiram o seu auge. O valor arrecadado com as exportações no período chegaram a R$ 74,5 milhões.

O valor é quase 74 vezes maior que o já exportado esse ano. As 173 toneladas que o Rio Grande do Norte exportou esse ano só renderam R$ 1,1 milhão. Apesar da diferença, o valor ainda ficou acima do obtido pelo Ceará: R$ 900 mil – outro estado que retomou as exportações este ano.

Itamar reconhece que o caminho a ser percorrido é longo e critica a falta de apoio do governo. “O Brasil importou só esse ano mais de US$ 1 bilhão em pescado. Queremos ampliar nossa produção para abastecer o mercado nacional, que é imenso, mas não temos apoio. Não conseguimos obter licenças ambientais e por isso não temos acesso ao crédito oferecido pelos bancos nem pelo governo”.

Apesar das dificuldades, várias empresas potiguares decidiram retomar a exportação de crustáceo este ano. Sérgio Lima, CEO da Potiporã Aquicultura – empresa do Grupo Queiroz Galvão – por exemplo, prevê um salto na produção, de olho no mercado que se abre. “Em 2012, produzimos 3 mil toneladas. Este ano, devemos produzir cerca de 6,5 mil toneladas. A ideia é aumentar ainda mais esse volume nos próximos 12 meses, ultrapassando as 7 mil toneladas” – recorde desde que a empresa foi criada.  A alta do dólar e a queda na produção em países como China, Tailândia e Vietnã, principais produtores mundiais – todos atingidos pela Síndrome de Mortalidade Súbita dos camarões – são apontadas como algumas das razões para a retomada da exportação.

Fonte : Tribuna do Norte

Bactéria dizima a produção de camarões em cativeiro na Ásia

Por Bettina Barros | De São Paulo
 
Produção de camarões em Saphunburi, na Tailândia; doença conhecida como Síndrome de Mortalidade Precoce dizimou milhões de crustáceos no país asiático
A produção e as exportações de camarões da Tailândia podem cair à metade este ano por causa de uma doença conhecida como Síndrome da Mortalidade Precoce (EMS, em inglês), no que configuraria a pior crise da indústria de carcinicultura já registrada no país. Apesar da queda acentuada da produção na Tailândia, a doença foi registrada também em outros três países da Ásia – China, Malásia e Vietnã -, onde mais de um milhão de pessoas dependem da atividade econômica como sustento financeiro.
Segundo a Associação Tailandesa de Camarões, a produção anual de 500 mil toneladas e as exportações de 350 mil toneladas serão fortemente afetadas neste ano, apesar dos esforços da indústria e do governo em deter a contaminação. “Estamos vendo sinais encorajadores de que a doença está sendo contida”, afirmou Somsak Paneetatayasai, diretor da entidade. “Mas os produtores tailandeses estão mais cautelosos em iniciar novas reproduções, o que está dificultando o incremento da produção para níveis anteriores à doença”.
O desfalque na produção é tão significativo que as empresas tailandesas já consideram importar camarões e seus subprodutos congelados do Equador, Índia e Vietnã, na tentativa de acomodar o consumo doméstico, afirmou ontem a Associação de Alimentos Congelados da Tailândia.
Desde 2009 a contaminação vem sendo registrada em cativeiros asiáticos, tendo dizimado populações inteiras de camarões. Em 2011, fazendas de Hainan, Guangdong, Fujian e Guangxi, na China, sofreram perdas de quase 80%. Desde então, a Agência para Agricultura e Alimentação da ONU (FAO) iniciou missões de campo no Vietnã para implementar projetos de assistência ao produtor, incluindo melhores práticas para a prevenção de novos casos da doença.
Somente em maio deste ano, no entanto, cientistas da Universidade de Arizona, nos Estados Unidos, identificaram o agente causador por trás da contaminação: a bactéria Vibrio parahaemolyticus, comumente encontrada nas águas salobras dos estuários.

De acordo com a FAO, os prejuízos deverão reforçar a necessidade de investimentos para uma alimentação de alta qualidade, considerado fundamental para mantê-los em condições saudáveis, além de esforços em aliviar o estresse dos camarões e a implantação de “vazio sanitário” das piscinas.
Apesar da queda na produção deste ano, as empresas ainda fazem apostas no mercado de carcinicultura, diante da demanda em alta mundial. A americana Cargill, maior empresa do agronegócio do mundo, anunciou, na semana passada, a aquisição da Siamakme Aquatic Feeds, produtora de ração para a criação de camarões da Tailândia. A planta processadora da Siamakme, que foi construída em 2001 e expandida em 2008, tem capacidade de produção de 60 mil toneladas de ração para camarão por ano.
A companhia já mantém operações no segmento de rações para camarões no México, Nicarágua, Honduras, Guatemala, Peru, Venezuela, Índia, Malásia e no Vietnã. O valor do negócio na Tailândia não foi revelado.
A Ásia produz anualmente cerca de três milhões de toneladas de camarões, o equivalente a US$ 13,3 bilhões em 2011. (Com Bloomberg)
Fonte: Valor Econômico

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