Home lavoro Gli ” urubu ” minacciano il funzionamento del nuovo aeroporto di Natal

Gli ” urubu ” minacciano il funzionamento del nuovo aeroporto di Natal

19
0
CONDIVIDI

La presenza a pochi chilometri dal nuovo aeroporto internazionale di Natal dell’ atterro sanitario di Cearà Mirim, non ancora completo ,  attira una quantità di urubu ( uccelli simili agli avvoltoi , mangiatori di carogne ) mettendo a rischio l’attività dell’aeroporto .

Pouco mais de um mês após o início das operações do Aeroporto Internacional Governador Aluízio Alves, em São Gonçalo do Amarante, os aviões começaram a disputar o céu com urubus. Devido ao número de pocilgas e pontos de acúmulo de lixo em comunidades no entorno do aeroporto, as aves têm sido vistas próximas ao terminal, o que pode comprometer a segurança dos pousos e decolagens, segundo o Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa).

A presença de lixo nas proximidades de um aeroporto e a conseqüente atração de aves se caracteriza como risco aviário.

“O risco aviário sempre há. Não existe um aeroporto no mundo que não sofra com isso. O que nos preocupa aqui (em São Gonçalo) é porque o novo aeroporto fica ainda mais próximo do aterro de Ceará-Mirim, que ainda não funciona com cobertura de terra, então não é um aterro”, explica o tenente-coronel Henrique Rubens Balta de Oliveira, do Cenipa. Mesmo com o risco, nenhuma colisão entre aves e aeronaves foi identificado pelo centro no primeiro mês de operações.

Segundo Rubens Balta, sem a cobertura de terra, a matéria orgânica fica exposta, atraindo aves como os urubus – o depósito ainda estava descoberto na última inspeção do Cenipa, em outubro de 2013. Somente de São Gonçalo, o aterro recebe 1700 toneladas de resíduos por mês, em média. O município paga R$80 mil mensais à empresa Braseco para recolher todo o lixo orgânico e transportar para o aterro.

Ceará-Mirim é apenas um dos pontos preocupantes na Área de Segurança Aeroportuária (ASA) do aeroporto, segundo relatórios de vistoria concebidos em 2013 pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama) e Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do RN (Idema). A ASA, pela lei 12.752/2012, se estende por 20 km do centro do aeródromo e engloba Parnamirim, Macaíba, Natal e São Gonçalo.

De acordo com a lei, no perímetro não deve conter atividades atrativas de pássaros, como lixões, determinados tipos de plantação, curtumes, matadouros. Segundo a fiscal ambiental Kelly Cristina Dantas, do Idema, responsável pela última vistoria feita pelo órgão, vários problemas foram encontrados nos quatro municípios que compõem a ASA. Dentre eles, a presença de pocilgas, a sobreposição de resíduos em uma subestação de alta tensão da Chesf, a estação de transbordo de Cidade Nova, em Natal, que apesar de fechada ainda está exposta, atraindo animais, e vários pontos de despejo clandestino, em São Gonçalo.

“Hoje nós temos o risco aviário, mas não podemos dizer que (a presença das aves) dificultaria ou impediria o risco de funcionamento. É preciso fazer um novo trabalho de monitoramento para avaliar o problema”, afirma a fiscal. Segundo ela, com apenas 16 fiscais, o Idema não tem condições de fazer um novo estudo.

O processo de licenciamento ambiental do aeroporto não exigia plano de combate às aves. Mas, uma resolução do dia 30 de maio pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), um dia antes do terminal começar a operar, determinou que os gestores fiquem responsáveis por estabelecer um plano de monitoramento da fauna no sítio aeroportuário. A resolução dos problemas ficaria a cargo do município.

O Consórcio Inframérica informou que “possui uma equipe que faz o monitoramento constante das áreas interna e externa do aeroporto” e que não foram identificados pontos de acúmulo de aves que pudessem prejudicar as operações.


Fonte : Tribuna do Norte 

CONDIVIDI

LASCIA UN COMMENTO

Please enter your comment!
Please enter your name here