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Dati scoraggianti per la economia brasiliana nel 2014

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L’economia brasiliana è in evidente affanno . E’ l’ottava volta che la previsione del PIL 2014 viene rivisto al ribasso . Oramai siamo sotto l’1% che per l’economia di un Paese Emergente è come dire essere in recessione . Inoltre l’inflazione è ai valori massimi della meta : 6.5% , nonostante la cura da cavallo che ha portato il tasso di interesse  all’11% .

I numeri sono disarmanti anche nel 2015 ma in economia spingersi troppo in avanti nel tempo è un grande azzardo soprattutto per il Brasile .
E’ finita l’epoca delle politiche sociali del PT ? Non lo sappiamo ma certamente è finita la fortuna del PT che si è trovato a governare in un periodo d’oro per tutti gli emergenti ad incominciare dalla locomotiva Cina . 
E ne sono tutti coscienti tanto è vero che la stessa Dilma ha dovuto rinunciare al suo sogno di presidenza della Banca dei BRICS pur di far decollare questo potente strumento di sviluppo . 
Per noi residenti la situazione è da tenere sotto controllo anche se a breve non succederà nulla di eclatante . Un tasso di juro elevato da un lato è ottimo per chi vive di rendita finanziaria ma solo con una inflazione stabile o in diminuzione .
Per chi vive con il turismo ( e sono tanti ) la non risolta crisi in Europa era stata compensata dall’aumento del turismo interno . Tuttavia con l’arrivo della crisi anche in Brasile meno brasiliani saranno disposti a viaggiare ed i ricavi ne risentiranno .
Altro elemento da non sottovalutare è il potenziale aumento della criminalità dovuto alla riduzione di posti di lavoro per i giovani anche se la maggior parte dei crimini avvengono principalmente per regolamento di conti tra piccoli spacciatori .
Un fatto è certo , se le cose non cambieranno in meglio nei prossimi anni quelle di Ottobre potrebbero essere le ultime elezioni in cui vince (? ) una coalizione dominata dal PT . 
A economia brasileira deve crescer menos de 1% este ano, segundo os economistas do mercado financeiro. É a primeira vez que a expectativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano fica abaixo dessa marca. De acordo com o relatório de mercado (Focus), divulgado pelo Banco Central, a previsão para o PIB caiu de 1,05% para 0,97%. Foi a oitava queda seguida.

As previsões do mercado financeiro, coletadas pelo BC por meio de pesquisa com mais de 100 instituições financeiras na semana passada, confirmam o cenário de desaceleração da economia brasileira. Em 2013, o PIB registrou crescimento de 2,5%. Para 2015, a previsão do mercado de alta do PIB ficou estável em 1,5%.

O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o crescimento da economia.

Para conter a inflação, o BC subiu os juros entre abril do ano passado e maio deste ano, influenciando também o ritmo de atividade. Com taxas maiores, há redução do crédito e do dinheiro em circulação, assim como do número de pessoas e empresas dispostas a consumir, o que tende a fazer com que os preços caiam ou parem de subir.

No fim de maio, o IBGE informou que a economia do país registrou expansão de 0,2% nos três primeiros meses de 2014, em relação ao quarto trimestre de 2013, com destaque para o bom desempenho da agropecuária.

A expansão do PIB do país previsto para 2014 pelo mercado financeiro, de 0,97%, continua abaixo do estimado no orçamento federal, de 2,5%, e também menor que a previsão divulgada pelo Banco Central na semana passada, de alta de 1,6%.

Menos inflação


O mercado financeiro também previu menos inflação para este ano. Os economistas dos bancos reduziram de 6,48% para 6,44% sua previsão de 2014 para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país e calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Pelo sistema que vigora atualmente no Brasil, a meta central tanto para 2014 quanto para 2015 é de 4,5%. Entretanto, há um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Desse modo, o IPCA pode oscilar entre 2,5% e 6,5% sem que a meta seja formalmente descumprida.Com isso, o valor se distanciou um pouco do teto de 6,5% do sistema de metas de inflação para o ano. A previsão chegou a ultrapassar o teto em abril, mas depois recuou. Para 2015, a expectativa dos economistas dos bancos para o IPCA, porém, subiu de 6,10% para 6,12%.

Para o fim de 2015, a previsão dos analistas para o juro básico da economia permaneceu em 12% ao ano.

Taxa de juros


A previsão do mercado financeiro para a taxa básica de juros (Selic) da economia brasileira, por sua vez, foi mantida em 11% ao ano até o fechamento de 2014. Na semana passada, o BC manteve a taxa estável neste patamar pelo segundo encontro seguido do Comitê de Política Monetária (Copom).

Câmbio, balança comercial e investimentos estrangeiros


Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2014 recuou de R$ 2,39 para R$ 2,35 por dólar. Para o término de 2015, a previsão dos analistas para a taxa de câmbio ficou estável em R$ 2,50 por dólar.

A projeção para o superávit da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações) em 2014 permaneceu em US$ 2 bilhões na semana passada. Para 2015, a previsão de superávit comercial subiu de US$ 9,4 bilhões para US$ 9,8 bilhões.

Para este ano, a projeção de entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil permaneceu em US$ 60 bilhões. Para 2015, a estimativa dos analistas para o aporte de investimentos estrangeiros ficou estável em US$ 55 bilhões.

Fonte : Globo 

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