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Un COPOM diviso e titubante affida le sorti della inflazione al mercato e mantiene la SELIC al 14.25%

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Avrei potuto titolare questo post : si salvi chi può . Questo infatti è il clima che si respira oggi in Brasile .


Dal clima meteorologico che ha trasformato le cittò in paludi , ideali per la crescita e la diffusione dell’Aedes Aegypti , la zanzara che diffonde Dengue ,Chikungunya e Zika  alla decisione delle farmacie di Sao Paolo e non solo di aumentare , in piena crisi economica e sanitaria , il prezzo dei repellenti del 60% .

La scarsità di pioggia era stata appuntata come causa principale del razionamento del prezioso liquido e dell’aumentato costo della energia dovuto alla utilizzazione di centrali termiche al posto di quelle idroelettriche . Ebbene , con buona parte del Brasile sommerso, non solo continua a mancare acqua ma il costo della energia continua a crescere .
Quest’ultimo fatto poi è triplamente  incomprensibile . Le centrali idroelettriche hanno ripreso alla grande , il prezzo del petrolio è sprofondato ed i consumi elettrici sia domestici che industriali sono precipitati a causa della crisi economica . 

Le più importanti aziende produttrici di acciaio del Paese stanno dimettendo migliaia di dipendenti a causa della crisi nella edilizia che si trascina quela degli elettrofomestici bianchi e di quella automobilistica . Oramai gli stock di acciao sono ai livelli massimi e non ha senso più produrre per il magazzino .

Nelle case il ventilatore ha preso il posto dei condizionatori e , dopo aver sostituito tutte le lampade ad incandescenza con quelle a basso consumo , c’è chi in un estremo tentativo di risparmio sta passando al led . Dopo c’è la candela ! 
A decisão de manter os juros em 14,25% ao ano, tomada ontem pelo Banco Central, trouxe duas preocupações de ordem distinta, ambas relevantes. A primeira diz respeito à eficácia da política do governo no combate à inflação. A segunda, à autonomia do próprio Banco Central.

Comecemos pela primeira. Que o BC, na gestão de Alexandre Tombini (foto), abandonou as metas inflacionárias não é exatamente uma novidade. Desde 2009, o país não cumpre a meta de inflação. É como se, em vez de mirar na meta, de 4,5%, o objetivo fosse cumprir o teto da meta, de 6,5%. Com o passar do tempo, as expectativas do mercado se ajustaram a isso e, no ano passado, a inflação saiu do controle. Fechou o ano em 10,67% – mais de seis pontos percentuais acima da meta.

Numa economia indexada, como a brasileira, em que salários, preços de tarifas e boa parte dos contratos sofrem reajustes segundo a inflação passada, nada mais natural que essa alta seja repassada aos preços e alimente a expectativa de inflação no futuro. De um lado, o BC passou a mirar no cumprimento da meta apenas em 2017. De outro, passou a apostar que a recessão naturalmente contribuiria para evitar a alta de preços.

Só que a origem da inflação brasileira é o desequilíbrio das contas públicas. O Estado brasileiro gasta mais do que arrecada – R$ 120 bilhões no ano passado – e precisa tomar dinheiro emprestado no mercado para cobrir a diferença. Também precisa honrar os compromissos da dívida que já contratou. Tudo isso eleva sua necessidade de financiamento – em dois anos, ela saltou de 3% do Produto Interno Bruto para 9%, de acordo com dados do BC. Está aí a raiz da alta dos juros nos últimos tempos. Para emprestar mais dinheiro, o governo precisa pagar mais caro.

O outro lado dessa equação é que isso acaba por elevar ainda mais a dívida pública. No mesmo período, ela subiu de 57% do PIB para 65%, e deverá chegar a 70% até o final deste ano. Sem cortar gastos e mostrar que consegue honrar pelo menos parte de suas dívidas sem precisar captar mais dinheiro no mercado, será impossível ao governo mudar essas expectativas. É por isso que o ajuste fiscal é tão importante.

Sem ele, o mercado passa naturalmente a apostar que a inflação será a forma como as dívidas serão honradas. A moeda passa a valer menos, e o custo proporcional daquelas dívidas cujo valor está estabelecido nos contratos do passado passa a ser menor. Mas não há como controlar uma espiral inflacionária. O dinheiro perde valor para todo mundo, não apenas nos contratos da dívida. O resultado é o aumento descontrolado de preços. São crises hiperinflacionárias, como as vividas até o Plano Real e o estabelecimento da política de metas pelo BC.

Diversos economistas argumentam, de modo persuasivo, que a alta de juros já se tornou ineficaz para o combate à inflação. Em vez de contribuir para reduzir a atividade econômica, atraindo mais dinheiro para a poupança, eles afirmam que ela hoje tem o efeito contrário: apenas aumenta o endividamento público e alimenta as expectativas de mais inflação. Trata-se de uma situação em que apenas o ajuste fiscal teria o poder de mudar essas expectativas, conhecida tecnicamente como “dominância fiscal”.

O debate sobre a eficácia da alta dos juros para conter a inflação é pertinente. Era defensável que o BC interrompesse o ciclo de alta de juros ontem, acreditando que apenas a recessão e a queda geral de preços no mercado internacional – preocupado, paradoxalmente, com o risco de deflação – bastariam para segurar a inflação no Brasil. Nesse caso, contudo, teria sido necessário antes o governo apresentar um plano consistente de ajuste fiscal, de modo a convencer os agentes econômicos de que não precisará da ajudinha da inflação para honrar suas dívidas.

Nada disso foi feito. E é aí que entramos na segunda preocupação, a respeito da autonomia do BC. Ao longo do primeiro mandato da presidente Dilma Rousseff, o governo acreditou numa mitologia, a Nova Matriz Econômica, segundo a qual era possível aumentar gastos públicos para ampliar a atividade econômica, sem que isso tivesse efeito na inflação. A tal Nova Matriz Econômica fracassou de modo retumbante e lançou o país na maior recessão desde a crise de 1929.

Setores do governo defendem que a autoridade monetária, o Banco Central, em vez de ter autonomia para combater a inflação e defender o poder de compra da moeda, deve se submeter aos ditames que regem a política econômica. O governo federal acredita que não é hora de aumentar os juros não porque tenha alguma intenção de promover um ajuste fiscal sério – mas porque essa é uma decisão de consequências políticas difíceis de digerir, como mais recessão e mais desemprego.

A questão toda é que a autonomia do BC faz parte do arcabouço institucional necessário para a estabilidade econômica. Se o mercado percebe que o BC está sujeito a todo tipo de ingerência política, que as taxas de juros podem ser manobradas para satisfazer o clamor de sindicatos ou partidos, a credibilidade do país desaba. O mercado elevará o custo para o governo tomar dinheiro emprestado – realimentando aquele mecanismo vicioso que só faz crescer a dívida, os juros e a inflação.

É por isso que o comunicado lançado pelo BC na terça-feira, sugerindo a interrupção na alta dos juros por causa de expectativas externas, pegou tão mal. Parecia apenas um pretexto para se sujeitar às pressões do Planalto. Parecia uma prova daquilo que se suspeita há muito tempo: o governo Dilma não abandonara apenas a política de metas de inflação, mas abandonara também a autonomia operacional do BC, que vigorava desde o governo Fernando Henrique Cardoso. O resultado disso é muito pior que a simples discussão sobre o mérito da política monetária.

De todo esse episódio, resta claro que a saída continua a ser uma só: o governo precisa cortar gastos. Por mais impopular e polilticamente difícil que seja, precisa fazer um plano robusto de ajuste nas suas contas, duradouro e capaz de convencer o mercado de que ainda somos um país viável financeiramente. A alternativa é o descontrole inflacionário combinado à recessão. Uma situação que já vivemos nos anos 1980 – e que ninguém quer ver de volta.

Fonte : Helio Gurovitz Blog 

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37 Commenti

  1. Caro Marco

    eravamo sull'orlo dell'abisso … adesso siamo in caduta libera ed il fondo è ancora lontano . All'inizio dell'anno è aumentato l'importo minimo degli investitori che vogliono risiedere in Brasile da 150 000 a 500 000. Per l'occasione commentai con un amico di essere disoccupato dopo questa legge perchè nessuno avrebbe investito una somma del genere nello scenario attuale .Non mi sbagliavo : sono disoccupato . Inoltre la società di investimenti stranieri che occupava uno dei miei uffici ha rescisso il contratto per azzeramento del business mentre l'altra società che si occupava di training aziendali resta ma … non paga l'affitto da 4 mesi . E siamo appena all'inizio del 2016 !!

    • Si Antonio, la crisi morde eccome. Qui a Salvador è pieno di italiani che hanno messo in vendita immobili che non riescono più ad affittare e a vendere. Qualcuno punta tutto sulla rendita finanziaria ma anche la Selic ora si è fermata eppoi è giusto puntare tutto su un cavallo solo? Le banche qui sono sufficientemente solide? Io avevo scelto l'HSBC per l'alto livello internazionale e per gli ottimi rendimenti ma ora mi ritrovo con Bradesco. Il Banco Brasil a inizio 2016 ha ridotto la retrocessione sia su CDB che su LCA/LCI a circa l'80% del DI. Alcuni amici italiani hanno aperto il solito bar/pizzeria a Barra ma con quali prospettive? In questa fase va bene solo ai pensionati con entrate in euro che recuperano l'inflazione con la svalutazione del Real. Ma il futuro?

    • Marco, purtroppo noto con dispiacere che la maggioranza degli italiani in Brasile, ha una scarsa educazione finanziaria(investimenti in Brasile); gia' da qualche anno ho fatto lasciare la poupança per LCA/LCI(attualmente ancora non tassati) a diverse persone che conosco e che mi hanno chiesto come far rendere di piu' i loro risparmi nelle banche grandi(BB-Caixa….ecc..); Purtroppo cio' non è sufficiente, in quanto si guadagna solo qualche punto in piu' dell'inflazione; Molti non parlano bene il portoghese, per cui la banca vende loro i prodotti piu' convenienti per lei, non per il cliente( i soliti fondi con costi di gestione ed IR); in momenti di crisi(recessione) , anche le aziende smettono di investire in produzione per dedicarsi agli strumenti finanziari che rendono di piu', a ragione, perche' se la gente non lavora, non ha soldi da spendere, quindi aprire bar/pizzerie, non credo sia una buona soluzione. Personalmente, vicino dove abito, vedo gia' da qualche anno, aprire e chiudere attivita' commerciali in 2-3 mesi.La zona, purtroppo non è centrale.

      Carmine.

    • Hai ragine Carmine, concordo con te sulle scarse conoscenze finanziarie di molti. In questa fase tu continui a preferire LCA/LCI ai CDB? E' vero che c'è (ancora per adesso) il vantaggio fiscale ma le banche emittenti di LC con sufficiente liquidità (BB e Caixa) applicano percentuali di retrocessione ridicole tanto da perdere detto vantaggio, non credi?

    • Si, è vero, ed è per questo motivo che sono passato ad investire tramite correttora; ho studiato per circa 3 mesi seguendo videoaule su internet e blog finanziari; mi sono costruito una carteira de investimentos con vari prodotti(LCI/LCA/CDB/LC sia POS-PRE-IPCA) di varie banche/finanziarie(medio-piccole)e varie scadenze, compreso Tesoro Diretto; Faccio tutto comodamente da casa. In merito alla prima domanda, preferisco LCA/LCI per brevi scadenze (6-18 mesi) per via dell'esenzione I.R.; per scadenza piu' lunghe preferisco i CDB, soprattutto i PRE e IPCA su scadenza oltre 2 anni(2-5 anni).

      Carmine.

    • Volevo solo aggiungere che utilizzo il Tesoro SELIC come poupança, ovvero per liquidita' diaria(piccola carenza di 6-7 gg per recuperare spese accessorie e senza rischio mercato)e con interessi di circa 1% al mese; per scadenze superiori ai 5 anni ( 5-20 anni) rigorosamente Tesoro IPCA.

      Carmine.

    • Ti ringrazio del parere Carmine, sei stato chiarissimo. Se posso vorrei solo farti 2 domande:
      1 – perchè optare per CDB PRE in presenza di tassi previsti comunque in crescita?
      2 – potresti darmi qualche chiarimento su IPCA? non me l'hanno mai proposto.
      grazie e ciao
      Marco

    • Marco, in effetti i tassi dovevano salire, ma cio' non è accaduto, quindi prima sorpresa per il mercato; I PRE si acquistano in ottica di medio termine, per cercare di inseguire e fissare un tasso vantaggioso nel momento in cui cominciano a scendere(2-3 anni in genere), e fanno parte di un portafoglio diversificato, non di un investimento unico(in questo caso diventerebbe una scommessa); Gli investimenti IPCA, anch'essi fanno parte di un portafoglio, e sono indicati per proteggere al massimo il potere di acquisto nel lungo termine, cercando di garantire un interesse(guadagno) REALE, una volta scontata la tassazione. Le banche grandi non hanno interesse nè sono indicate per gli investimenti. L'importanza di costruirsi un portafoglio, cioè diversificare il patrimonio in piu' prodotti e piu' scadenze, è fondamentale per garantirsi sempre una protezione nelle varie condizioni di mercato, senza dover movimentare troppo. Se i tassi salgono, i POS seguono al rialzo, probabilmente è salita anche l'inflazione, quindi anche gli IPCA correggono al rialzo, mentre i PRE cominciano a soffrire; quando comincia a scendere l'inflazione, cominceranno a scendere anche i tassi di interesse, quindi POS e IPCA si adegueranno al ribasso(gli IPCA rendono comunque un tasso fisso oltre alla correzione dell'inflazione), mentre i PRE, garantiranno interessi superiori fino a scadenza. La differenza di avere un portafoglio diversificato, con i comuni investimenti fatti nelle grandi banche, non si vede a breve termine, ma a lungo termine, cioe' dopo una decina d'anni; a parita' di patrimonio investito, si possono avere differenze anche di decine o(dipendendo dal patrimonio) centinaia di migliaia di reais !!! Va' chiarito che comunque tutto ha un rischio, ma si puo' investire con un rischio calcolato, a differenza delle scommesse, che sono un'altra cosa!!

      Carmine.

    • Grazie Carmine, sei stato chiarissimo. A questo punto, se posso ancora tediarti, immagino che avrai studiato anche la scelta dell'istituto di credito al quale rivolgerti per la gestione del tuo patrimonio. Io, già da tempo, ho optato per BB e HSBC perchè sono gli unici Istituti dove ho trovato riferimenti validi, rendimenti interessanti ma anche perchè generalmente ritenute banche grandi e solide. A Salvador, inoltre, contano anche fattori logistici.
      So che ci sono banche che offrono rendimenti più alti, specie sui CDB, ma chi può conoscerne la solidità nel lungo periodo? La liquidità delle loro emissioni è sufficiente per garantire lo smobilizzo rapido in caso di necessità?
      Tu invece mi sembra di capire che non ti sei rivolto a banche grandi, giusto?

  2. sto tentando con molte difficoltà di trasformare i 4 soldi che mi sono rimasti in terreni e in polli (frango vermelho ovaiolo). le difficoltà sono che 9 su 10 trovo terreni "inguaiati" e 1 su 2 allevamenti di polli indebitati. Insomma, faccio fatica e sono molto stanco, chissà che……..

    • godo di una salute di ferro, grazie a Dio. Quindi: sto bene. Economicamente anche perchè sono riuscito a "sistemare" 4/5 del mio capitale in investimento produttivi (colture marine e agroalimentare in genere). Vorrei sistemare e bene anche l'ultimo 20% del capitale residuo altrettanto bene ma sto incontrando interlocutori "guasconi" e ciò mi secca e molto. Di "fanvaroni" ce ne sono anche in Brasile. Tutto qui. Ah, dimenticavo una cosa importante…..a Settembre scorso ho dismesso tutto nell'area bancaria/Selic perchè ho sentito (e sento) puzza di bruciato.

    • Banco Central + Fazenda + Planalto + Congresso/Camera + Uniao in genere includendo i governatori………fanno fare alle Banche quello che decidono. Le Banche private ricchissime sono 3…..ma "dipendono" altrimenti in poche ore vengono trasformate in pubbliche. FAr ballare l'occhio è d'obbligo.

    • undo, quindi tu ipotizzi una possibile nazionalizzazione delle banche private e successivo congelamento dei fondi referenciati al DI? Ma questi rappresentano debiti delle banche verso i correntisti e non debito pubblico e l'ipotesi sarebbe plausibile solo in caso di fallimento delle banche. E se ci fosse un piano ipotetico in tal senso non credi che invece di fermare la Selic l'avrebbero alzata ancora per invogliare a continuare a investire sul referenciado DI? Senza contare che, secondo me, un default sui titoli referenciati a Selic e DI equivarrebbe alla guerra civile in Brasile. Ma forse mi sbaglio, non so …..

  3. credete che il Brasile possa " argentinizzarsi" ? Se si arrivasse ad un peggioramento del cambio 1/5 sull'euro ed una inflazione superiore attorno al 15%, tralasciando i gia' pessimi dati su produzione in calo e disoccupazione in netto aumento, si potrebbe dire che siamo tornati a zico, socrates e falcao: paese ingovernabile targato 1982 ! Comunque vada a finire il Brasile si e' giocato per decenni la sua credibilita', il decennio di illusione legato al boom sembra lontanissimo e , anche se tra due o tre anni si uscisse dalla crisi senza crack o situazioni venezualane, nessuno mai crederebbe piu' alla leggenda del nuovo Eldorado verdeoro . Conosco persone che hanno investito tutto cambiando a 2.20, oggi, dopo appena 5 anni, hanno perso la meta' di quanto cambiato in euro ! Dispiace dirlo ma il Brasile e' sempre stato, e' e sara' un'economia esotica con fluttuazioni da montagne russe e non adatto ai deboli di polso ! Paolo rossi salvaci tu !!

  4. Il rischio di "argentinizzazione" come dici tu forse c'è ma secondo me è ancora meglio della calma piatta apparente di Roma.

  5. contrariaramente a quella che e' la rispettabilissima opinione di UNDO, l'unico brasil que da certo in questo momento e' quello conservatore do "dinheiro parado". Investimenti produttivi ne vedo fallire quotidianamente, i consumi sono e rimarranno al palo e le tasse saliranno ancora….

    Una domnanda: in che senso senti puzza di bruciato quando si parla di investimenti in titoli di Stato, cdb etc etc ?
    ti auguro buona fortuna, spero che a tutti noi vada bene, anche seguendo istinti diversi. Il pessimismo esagerato attorno al Brasile finira' nel giro di 2 anni, ne sono straconvinto !!

    • Anonimo, i soldi di solito qualsiasi Governo, Brasile tra i primi al mondo da sempre, li va a prendere dove ci sono sopratutto se è lo Stato con la complicità del Banco Centrale che li garantisce. E' sotto gli occhi di tutti cosa sta avvenendo in Brasile piano piano quatto quatto……non dice nulla il mancato aumento del Selic? Io ho una mia idea….e non sono un gufo, tutt'altro.

    • ciao antonio,
      seguo da parecchi anni il tuo blog e ti sento bello pessimista!!!come mai?(non è una domanda ironica).è vero che la situazione è peggiorata ma da li a dire che un investimento produttivo ti fa accaponare la pelle è preoccupante.cosa vedi di cambiato cosi radicalmente rispetto a 1 anno fa quando eri ancora bello ottimista?
      saluti
      francis

    • Quindi anche tu Antonio faresti parte del "partito del dinhero parado" in questo momento come dice l'Anonimo del 25/1? In questi ultimi 10 anni le banche brasiliane hanno accumulato (e continuano ad accumulare) utili da capogiro, sentire puzza di bruciato anche sulle banche brasiliane statali mi sembra possibile ma il rischio minore in questo momento. o no?

    • X Francis

      rispetto ad un anno fa l'inflazione è aumentata quasi del doppio , le aziende stanno dismettendo a ritmi intollerabili , il Brasile è ulteriormente salito nel ranking dei paesi più corrotti al mondo ,alle donne qui al Nordeste è stato consigliato di non avere figli causa rischio microencefalia , …. continuo ?
      Comunque io continuo qui in Brasile ma devo avvertire coloro che si trasferiscono in questo momento che affronteranno un periodo difficile . Per noi residenti da un decennio o più è diverso perchè conosciamo già i nostri polli . Il rischio è per chi arriva oggi .

    • X Narco

      non è un segreto che ho sempre suddiviso il mio patrimonio tra beni immobili ed investimenti finanziari . Le attività produttive le ho già ampiamente sperimentate in Europa dove le tasse ti mangiano vivo . Qui in Brasile è un poco diverso ma la direzione è quella. Il governo è troppo affamato per non staccare le penne ai poveri pennuti . In realtà nessuno è al sicuro ma almeno non mi sarò sbattuto per pagare tasse , stipendi e contributi .

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