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PIB brasiliano meglio chiamarlo BIP , PIB al contrario

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Os economistas do mercado financeiro baixaram, pela quinta semana seguida, sua estimativa de inflação para este ano, mas também pioraram a previsão para o “tombo” do Produto Interno Bruto (PIB) em 2016. “





Para o PIB de 2016, o mercado financeiro passou a prever uma contração de 3,77% na semana passada, contra uma retração de 3,73% estimada na semana anterior. Foi a décima segunda piora seguida do indicador.

Em 2015, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB brasileiro teve um tombo de 3,8% – o maior em 25 anos. Se a previsão de um novo “encolhimento” se confirmar em 2016, será a primeira vez que o país registra dois anos seguidos de contração na economia – a série histórica oficial, do IBGE, tem início em 1948.

Para o comportamento do PIB em 2017, os economistas das instituições financeiras mantiveram em 0,30% sua previsão de alta do PIB – que é a soma de todos os bens e serviços feitos em território brasileiro, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia.

Taxa de juros


O mercado financeiro manteve, na semana passada, sua estimativa para o patamar da taxa Selic no fim deste ano em 13,75% ao ano.

Atualmente, a taxa Selic está em 14,25% ao ano. Isso quer dizer que os analistas continuaram projetando corte dos juros no decorrer de 2016.

Já para o fechamento de 2017, a estimativa para a taxa de juros baixou de 12,50% para 12,25% ao ano – o que pressupõe uma queda maior dos juros no ano que vem.

A taxa básica de juros é o principal instrumento do BC para tentar conter pressões inflacionárias. Pelo sistema de metas de inflação brasileiro, a instituição tem de calibrar os juros para atingir objetivos pré-determinados.

As taxas mais altas tendem a reduzir o consumo e o crédito, o que pode contribuir para o controle dos preços.

Câmbio, balança e investimentos


Nesta edição do relatório Focus, a projeção do mercado financeiro para a taxa de câmbio no fim de 2016 ficou estável em R$ 4. Para o fechamento de 2017, a previsão dos economistas para o dólar permaneceu em R$ 4,10.

A projeção para o resultado da balança comercial (resultado do total de exportações menos as importações) em 2016 subiu de US$ 44,8 bilhões para US$ 45 bilhões de resultado positivo. Para o próximo ano, a previsão de superávit permaneceu inalterada em US$ 50 bilhões.

Para 2016, a projeção de entrada de investimentos estrangeiros diretos no Brasil ficou inalterada em US$ 55 bilhões e, para 2017, a estimativa dos analistas subiu de US$ 54 bilhões para US$ 55 bilhões.

Fonte : Globo
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