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“Patria educadora ” : la UFRJ desiste dalla costruzione della nuova università dopo aver speso R$ 53 milioni

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E’ stato uno dei cavalli di battaglia della “presidenta ”  Dilma : il progetto di “Patria educadora ” che , come dice la parola , si riferisce appunto al settore Scuola  , uno della triade delle carenze brasiliane accanto a  Sicurezza e Sanità .

Tuttavia lo stato di decomposizione avanzata in cui si trova tutto il governo  brasiliano ed in particolare quello dello Stato di Rio de Janeiro non poteva non  avere un epilogo diverso da quello che si legge oggi sulle pagine dei quotidiani .

Dopo 6 anni di lavoro e dopo aver speso R$ 53 milioni  , sforando del 43% il costo originale di R$ 38 milioni , la prestigiosa Università Federale di Rio de Janeiro ( UFRJ) getta la spugna . La nuova università non si farà … almeno per il momento .

Il Ministero della Educazione ribatte di aver trasferito alla UFRJ , dal 2014 , oltre un miliardo di reais . Da parte sua la UFRJ afferma che la situazione finanziaria della università non è buona ed accumula un deficit di  R$115 milioni dal 2014 .

Il solito balletto delle responsabilità  che potrebbe aprire  un nuovo  capitolo della Lava Jato se … interessasse a qualcuno .

Um projeto milionário está abandonado em uma das universidades mais tradicionais do Brasil. O novo complexo acadêmico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) foi projetado para abrigar 5 mil alunos de diferentes cursos. As obras começaram há seis anos na Ilha do Fundão, na Zona Norte do Rio, mas parou por falta de dinheiro. O RJTV ouviu ainda estudantes que tem medo de frequentar o local.

Os problemas começam pelo valor da obra avaliada, inicialmente, prevista para custar R$ 38 milhões. O valor atual registra um salto de 43,63%, chegando a R$ 53 milhões. A construção parou e está sem previsão de sair do papel. A UFRJ explicou que não tem como continuar com o projeto por falta de verba.

Cercado por tapumes, a área de 43 mil metros quadrados tem seguranças para evitar invasões de viciados em drogas e de população de rua.

“Aqui tem muito cracudo e, às vezes, eles tentam entrar no terreno”, conta um segurança que pede para não ser identificado.

O Ministério da Educação afirmou que repassou, desde 2014, para a UFRJ mais de R$ 1 bilhão. O ministério culpou, em nota, a gestão anterior por cortes no orçamento federal voltado para a Educação. A pasta ainda informou que o presidente Michel Temer “restabeleceu R$ 4,7 bilhões do valor cortado”.

A reitoria da UFRJ divulgou que a situação financeira da universidade “não é boa e que os repasses ainda não foram normalizados”. O déficit acumulado para toda universidade chega a R$ 115 milhões desde 2014.

O pró-reitor disse que o custo da obra aumentou por causa de mudanças no projeto provocadas, por exemplo, pela descoberta de uma rocha na área da estrutura do prédio. De acordo com a universidade também houve atrasos de repasses que tornou a construção mais cara.

“Por enquanto, não há previsão de retomada da obra”, afirma o pró-reitor de Gestão e Governança da UFRJ, Ivan Carmo.

A reitoria da UFRJ informou que foram “instaladas 250 câmeras no Campus e que os vigilantes passaram a realizar ações conjuntas com as polícias Civil e Militar, reduzindo a sensação de insegurança na universidade”.


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