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Vivere in Brasile : le vostre storie /13

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La storia che riporto in seguito è il contenuto di una e-mail realmente ricevuta a cui ho solo cambiato il nome dell’autore sostituendolo con il solito nome di fantasia : Alberto .
La storia parla di un gruppo di amici , uno impiegato da 36 anni nelle  poste sposato con una brasiliana e a cui è stato detto che non ha bisogno del visto per risiedere in Brasile ( basta essere sposati ! ) e due soci panettieri che decidono di ” esportare ” il pane in Brasile , il pane  “Che e’ nato in italia  nel primi anni avanti cristo  dai romani   a pompei” 
Il gruppo purtroppo non ha un euro ” 0 denaro nostro ” ma ha intenzione di  chiedere un prestito in Brasile ad una Banca italiana .Se la cosa andrà come previsto l’intenzione è poi quella di aprire altri punti vendita  e  una scuola per insegnare l’arte della panificazione ai locali . 

La pubblicazione della e-mail è stata autorizzata dall’autore a cui spero che i lettori scriveranno dei commenti per aiutarlo a prendere una decisione ragionata . 

Buona sera  Ingegnere, sono  Alberto ( nome di fantasia ) e  abito a Treviso
sposato con una Brasiliana (in italia)   interior di Fortaleza  300km, il  casamento civile è stato registrato in ambasciata brasiliana in italia a milano   e poi  succesivamente  trascritto nel  1 scrittorio  vicino a  fortalezza: 
Il Brasile lo visita diverse volte, ed ho intenzione nel più breve tempo possibile  di   formare  una societa’ illimtata (con mia moglie  e altre due persone)  in  Brasile per  avviare   assieme  un panificio  con lanscionette   e dolci.
Mia moglie  sara’ l’amministratore d’azienda   per ovvi motivi di legge brasiliana   solo lei ha  la possibilità di esserlo    ha la residenza e tutti i documenti brasiliani ed io saro  socio   che mettera il capitale assieme  a  lei    100%
gli altri due soci    uno  e’ un panettiere di professione con tanto di diploma    sarà socio per manodopera  e quell’altro pure per manodopera  diventera socio
1^ ) domanda come posso  fare avere a loro il permesso di soggiorno  illimatato  per  svoglimento di  lavoro  alla societa?
     
da quello che mi hanno detto  a me non serve perche sono  casato con una brasiliana ed  ho  legalizato il matrimonio in  brasile
Dopo  servono  i macchinari e l’arredamento per questo  panifico  artigianale  e  antistante la vendita    con lanscionette   credo che i migliori macchinari  per la produzione del pane  e dei dolci siano quelli italiani non comperarli nuovi ma  usati
2^) domanda      Esistono  dei prodotti italiani  li in brasile ? 

Se per caso dobbiamo comperarli in italia     per  arrivare  in brasile  in  dogana  aplicano le tasse di   importazione che  equivalgono a quello che  ho letto  anche   a 35  % del valore  degli  macchinari. E possibile  che  si possa avere  un’ agevolazione  fiscale da parte del governo  Brasiliano,  si posso avere anche dei mutui a tasso agevolato  per questi macchinari ?
  
Chiedo  un ‘altra domanda  noi partiamo con 0 denaro nostro   vogliamo lavorare  con il denaro della banca       ci sono banche  italiane che lavorano  li in brasile  per avere questo  prestito
anche perche’  Ingeniere noi vogliamo far conoscere  il prodotto italiano su questo territorio che non lo conosce  e  se la fortuna ci assieste di aprire altri   con insediamento e insegnamento a personale del luogo  nel fabbricare questo prodotto  del pane   Che e’ nato in italia  nel primi anni avanti cristo  dai romani   a pompei 
Io lavoro alle poste italiane  ho  36 anni  di lavoro  sempre alle poste     Naturalmente ho visto qusta vista  di puntare su un panifico  e lanchionette    di prodotti italiani 
Ingeniere  Le chiedo scusa  di questa mia  noiosa  e stancabile  email   spero che Lei  abbia capito   e   nell’ attesa di  una sua  cortese  e comprensibile    risposta in merito  
Le uguro  un felice  inizio di settimana   e  grazie di tutto cuore se Lei potrà rispondermi 
ps Cortsemente  se mi puo’ anche indicare che documenti  necessitano per  formare il tutto grazie e chiedo del disturbo
se Lei  ha piacere e non La disturbo  mi rilascia  in risposta a questa email   il suo nr  di telefono  che   La richiamo  ben volentieri 

Investimento immobiliare : tutto quello che volevate sapere

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Interessante articolo che illustra la posizione di alcuni economisti sulla bolla immobiliare caratteristica delle grandi città brasiliane come Rio e Sao Paulo . Viene ” dimostrato ” che in queste condizioni l’investimento immobiliare è meno rentabile dell’investimento finanziario e che addirittura varrebbe la pena di vivere in affitto . Io non concordo con questa posizione estrema perchè ho già sperimentato la cosa e me ne sono amaramente pentito .

Naturalmente i casi presi in esame parlano di R$ 5500 /mq , ovvero investimenti di R$ 550 000 per un appartamento da 100mq che sono ben distanti dai valori che si pagano qui a Natal . E’ però anche vero che gli affitti che possono essere richiesti agli inquilini non sono quelli di Rio e Sao Paulo . Insomma un articolo con luci ed ombre da leggere con attenzione e su cui meditare .

Imóveis são atualmente péssimos investimentos, e o Brasil está assistindo à formação de uma bolha imobiliária. Pelo menos é nisso que acreditam dois professores da FGV-SP. “Eu continuo achando que é uma bolha. Só não dá para saber quando ela vai estourar”, diz William Eid Júnior, coordenador do Centro de Estudos e Finanças da FGV, e que sustenta essa posição há mais de um ano. Essa também é a opinião do professor Samy Dana, da Escola de Economia: “Atualmente, o retorno que os imóveis apresentam está muito inferior ao risco”, diz. Especialistas que refutam a ideia da formação de uma bolha argumentam que a grande alta nos preços dos imóveis nos últimos anos foi, na verdade, um ajuste de preços, após anos de estagnação; argumentam também que os preços ainda têm espaço para crescer, uma vez que o valor do metro quadrado em outros países emergentes como Rússia e Índia chega a ser 3,5 vezes maior que no Brasil. Mas de abril de 2011 a janeiro de 2012, o Índice FipeZap apresentou um longo ciclo de desaceleração nas altas dos preços, que voltaram a aumentar ligeiramente em fevereiro.
Na opinião dos dois professores da FGV, os imóveis residenciais estão muito caros, principalmente nas grandes cidades como Rio e São Paulo. O retorno que eles podem dar em aluguéis, portanto, não seria satisfatório, ficando frequentemente abaixo ou igualado ao retorno da poupança ou mesmo do CDI.
Ainda que os preços dos imóveis possam, em tese, subir indefinidamente, os preços dos aluguéis esbarram na barreira da renda da população, não podendo subir acima do que as pessoas podem pagar. “Fala-se em déficit habitacional. Sim, mas só porque existe escassez de alimentos, por exemplo, não quer dizer que o preço da comida pode subir infinitamente”, compara Samy Dana.

Ele explica que, quando o valor do imóvel e o valor dos aluguéis se distanciam demais significa que o imóvel está caro como investimento. Por meio dos dados do Índice FipeZap, o professor mostra que a alta dos aluguéis não vem acompanhando a alta do preço dos imóveis, o que está tornando a taxa de retorno do investimento cada vez menos atrativa. Desde janeiro de 2008, o preço de venda dos imóveis no Brasil elevou-se 129,5%, enquanto que os aluguéis tiveram alta de apenas 68,4%. A perda do aluguel frente aos preços foi, portanto, de 61,1%.

“Imóvel é um péssimo investimento agora. Nitidamente o preço está lá em cima. Comprar um imóvel para investir agora equivaleria a comprar na alta”, diz William Eid. A conta do aluguel é a seguinte: para um investimento em um imóvel residencial ser mais rentável que a poupança, o retorno deve ser maior que o 0,5% ao mês mais TR que a caderneta paga. Lembrando que o rendimento com aluguel é somado à renda tributável do investidor e que a caderneta de poupança é isenta de IR. “Para um imóvel residencial, considerando o risco, o retorno teria que ser de, no mínimo, 0,7% ou 0,8% ao mês”, diz Eid.

Ou seja, o aluguel pago mensalmente deve corresponder a 0,7% ou 0,8% do valor do imóvel. Segundo o Índice FipeZap, o preço médio do metro quadrado de um apartamento de dois quartos em São Paulo foi de cerca de 5.500 reais em fevereiro, mais ou menos o mesmo que a média nacional. Isso significa que, naquele mês, um imóvel desse tipo com 100 metros quadrados custava 550.000 reais. Seu aluguel deverá, portanto, sair por 3.850 reais no mínimo para ser rentável. Isso sem contar outros gastos que os locatários geralmente têm e que não vão para o bolso do proprietário, como IPTU e taxa de condomínio.“Os valores cobrados não chegam a ser tão altos. Ninguém aguenta pagar aluguel nesses níveis. O aluguel de um imóvel de 100 metros quadrados costuma variar entre 2.000 e 3.000 reais”, diz William Eid. De acordo com o Censo 2010, a renda mensal média de um brasileiro em idade economicamente ativa é de cerca de 1.200 reais – 2.400 reais, portanto, para um casal; entre os 10% mais ricos, essa renda sobe para pouco mais de 5.000 reais por pessoa ativa. Segundo a Pesquisa Mensal de Emprego do IBGE, a média de rendimento entre as pessoas ocupadas da Região Metropolitana de São Paulo em janeiro e fevereiro foi de algo em torno de 1.800 reais mensais, ou 3.600 reais para um casal.O Índice FipeZap mostra que os preços dos aluguéis ainda vêm apresentando alta, e as taxas de vacância continuam baixas nos grandes centros, o que em tese permitiria um aumento ainda maior no valor dos aluguéis. Mas como isso depende da capacidade de pagamento dos inquilinos, se em algum momento ela for insatisfatória, os aluguéis não poderão mais se elevar, puxando os preços dos imóveis para baixo.

Caminhos para o investidor

O professor Samy Dana lembra que quem investe em imóveis costuma argumentar que se os ganhos não vêm pelo aluguel, virão pela valorização do bem em si. Na opinião dele, porém, esse é o lado mais arriscado do investimento em imóveis, contrastando com a ilusão de segurança que os brasileiros geralmente têm ao saber que estão aplicando o dinheiro em um ativo físico. “Esse pensamento da valorização é o pensamento da bolha, em que as pessoas sempre pensam que o ativo pode valorizar mais, mesmo após uma alta estrondosa”, diz Dana.

O professor desaconselha completamente o investimento em imóveis no atual momento. Ele exemplifica da seguinte forma: se o investidor compra um imóvel de 1.000.000 de reais – o que nos patamares de hoje não necessariamente é um imóvel de alto padrão – e o aluga por 5.000 reais mensais, seu retorno é de 0,5% ao mês. “É o mesmo retorno da poupança, mas com muito mais risco”, observa.

Ambos os professores, que possuem imóveis próprios, acreditam que o momento pode ser bom para o investidor vender. Samy Dana, por exemplo, diz ter apenas um imóvel, que é sua residência, e que mesmo assim “perde dinheiro”. “Financeiramente, era melhor eu vender e pagar aluguel. Só não fiz isso ainda porque é um processo trabalhoso”, comenta. Para quem quiser colocar um plano em prática, ele recomenda investir o dinheiro resultante da venda no Tesouro Direto. “Com o retorno do investimento é possível alugar um imóvel até melhor que o que foi vendido”, diz o professor.

Contudo, para Dana, a compra de um imóvel próprio não deve ser encarada como investimento, mas sim como a realização de um sonho de consumo legítimo. “Isso passa também pela questão emocional. Se o sonho da pessoa é ter uma casa própria, tudo bem”, diz. Outra possibilidade para o investidor, diz William Eid, é manter o imóvel alugado com um bom inquilino, caso ele esteja localizado em uma região onde a valorização ainda não foi tão gigantesca, e onde ainda se podem esperar melhoramentos urbanos que justifiquem altas futuras nos aluguéis.

Fonte : Exame

Tombini : il Brasile crescerà ancora nei prossimi due anni

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Il presidente del Banco Centrale Alexandre  Antonio Tombini ci fornisce alcune anticipazioni sulla crescita economica brasiliana dei prossimi due anni .” Il ritmo di attività economica aumenterà nel corso dell’anno e di quello prossimo, ovvero avremo una maggiore crescita nel 2012 rispetto al 2011 e nel 2013 , probabilmente , ancora più che nel 2012 .”
Lo so che questo scatenerà la solita domanda : cosa succederà dopo ? Ebbene tra due anni , molto probabilmente , avremo visto la fine o quanto meno l’attenuazione della crisi in Europa . Questo dovrebbe ridare vigore alle esportazioni brasiliane e , assieme ad un riduzione del valore del real anche ad un aumento degli investimenti stranieri . In caso contrario vedremo lo scoppio della bolla debito in Europa e saremo tutti ricoperti di “merda ” .

O presidente do Banco Central (BC), Alexandre Tombini, disse hoje (23), em São Paulo, que o país vai crescer de forma mais intensa nos próximos dois anos. Um crescimento sustentado, segundo ele, pela demanda interna, por estoques industriais e pelo que chamou de “processo de flexibilização das condições macroeconômicas”. “O ritmo da atividade econômica irá se acelerar ao longo deste ano e ao longo do próximo ano, ou seja, teremos mais crescimento em 2012 do que tivemos em 2011 e, em 2013, possivelmente, mais do que teremos este ano”, disse Tombini.

Quanto à economia mundial, Tombini prevê crescimento menor este ano, “permanecendo em patamares relativamente baixos em comparação à história de evolução do PIB [Produto Interno Bruto] mundial”.

Tombini voltou a assegurar que a inflação brasileira está convergindo para o centro da meta estabelecida pelo Banco Central, de 4,5% no acumulado do ano. Para reforçar a previsão, Tombini lembrou que a meta de inflação foi cumprida, em 2011, pelo oitavo ano consecutivo. “Em relação ao sistema de metas, vemos que tem sido importante e bem sucedido para fazer com que a inflação oscile ao redor da meta”, disse.

Tombini participou em São Paulo do lançamento da ampliação do Sistema de Informações de Crédito (SCR), que fornece informações mais detalhadas sobre operações de crédito, como renda das pessoas físicas e faturamento das pessoas jurídicas. Até o momento, o sistema identificava, de forma facultativa, todos os clientes com operações totais iguais ou superiores a R$ 1 mil. A partir de 30 de abril, essa identificação vai ser obrigatória.

De acordo com o presidente do BC, com a ampliação do SCR, será possível identificar 96% das operações de crédito. “É uma cobertura que poucos países têm, se é que algum país tem esse tipo de cobertura de suas informações de crédito”, disse Tombini

Fonte : Exame 

Aprire una impresa in Brasile … per un brasiliano

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Pubblico questo articolo tratto dalla stampa locale dove sono riportati i tempi medi ed i costi medi di apertura di una impresa per un brasiliano .

Muita gente sonha em deixar de ser empregado e abrir o seu próprio negócio. Mas para isso é necessário bastante estudo de mercado e público, além de preparo e planejamento tanto organizacional quanto financeiro. O capital inicial já deve incluir as taxas e despesas obrigatórias para abertura de uma empresa.

Segundo o Sescon/RN (Sindicato das empresas de Serviços Contábeis do Rio Grande do Norte), o valor gasto para abrir uma empresa varia de acordo com o ramo de atuação e com o porte, mas a média fica em R$ 1.700,00. É importante ficar atento em todas as exigências para não ter problemas futuros. A falha em um documento ou o esquecimento de uma taxa pode acarretar multas e até a proibição do exercício das atividades.
Fora o custo, existe toda a burocracia incluindo os documentos e formulários que devem ser entregues para os órgãos responsáveis. Para o brasileiro ficar com uma empresa completamente regularizada e pronta para funcionar leva aproximadamente 120 dias, de acordo com a atividade desempenhada, o equivalente a quase quatro meses. Isso significa quase o dobro do tempo gasto em outros países da América Latina.

“Apesar dos custos e do prazo, o números de empresas abertas vem aumentando, e esse cenário não é diferente no RN. Vale ressaltar que o empreendedor deve procurar um profissional competente para cuidar de todos os processos, assim não corre o risco de prolongar ainda mais o prazo para iniciar suas atividades”, alerta João Antonio Matias, presidente do Sescon/RN.

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