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La lobby dei viticultori vuole imporre quote sulla importazione dei vini : la rivolta dei ristoratori

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Em 16 de março, o empresário Pedro Hermeto, proprietário do badalado restaurante Aprazível, no Rio de Janeiro, visitava a vinícola Don Giovanni, em Bento Gonçalves (RS), para fazer uma encomenda de duas caixas de espumante da marca. A ideia era, tão logo recebesse o produto, inseri-lo em sua carta de bebidas. Contudo, ao ser informado de que um grupo de produtores gaúchos havia protocolado no Ministério do Desenvolvimento (MDIC) um pedido de revisão das regras de importação de vinhos no Brasil, Hermeto cancelou imediatamente o pedido.


O dono da vinícola, Ayrton Giovannini, integra o grupo de empresários do setor que solicitou ao governo a criação de uma salvaguarda para proteger o vinho nacional da concorrência estrangeira. Hermeto foi além e tirou de sua carta de vinhos – conhecida por guardar extensa lista de nomes brasileiros – todos os rótulos de vinícolas envolvidas com o pedido protecionista. “A retirada da carta é uma medida infelizmente necessária como forma de manifestar pressão e se fazer ouvir. Esse pedido de salvaguarda é indefensável”, afirma Hermeto.

Assim como o Aprazível, outros restaurantes nacionais seguiram o mesmo caminho e penalizaram as vinícolas autoras do projeto. São elas: Miolo, Salton, Dal Pizzol, Casa Valduga, Aurora, Aliança, Lovara e Don Giovanni, entre outras, por meio de órgãos de classe e sindicatos. No início desta semana, a menos uma voltou atrás. A Salton emitiu um comunicado dizendo que não compactuava com a posição do Instituto Brasileiro do Vinho (Ibravin), um dos órgãos que negocia as medidas protecionistas com o MDIC.

Cotas 


A intenção dos produtores gaúchos é fazer com que o Planalto estabeleça cotas mínimas de importação por país, com exceção da Argentina e do Uruguai, que são beneficiados pelo tratado de livre comércio do Mercosul. “Ainda se fosse apenas um aumento de imposto, já seria um absurdo, mas ainda daria para manter a oferta. No entanto, quando se estabelece uma cota por país, quando ela acaba, o mercado fica sem abastecimento. Contra isso, não há remédio”, pondera o sommelier Arthur Piccolomini de Azevedo. “O maior beneficiado será, certamente, o vinho argentino”, diz.Nesta quarta-feira, a sommelière do restaurante paulistano D.O.M., Gabriela Monteleone, afirmou ao site da revista especializada Menu que havia retirado os rótulos nacionais da carta de vinhos do restaurante.

A assessoria de imprensa do D.O.M. não corrobora a informação, mas a reportagem do site de VEJA obteve a confirmação ao ligar para o próprio restaurante.O restaurante Sudbrack, da chef carioca Roberta Sudbrack, retaliou as vinícolas Dal Pizzol e Casa Valduga. Em entrevista ao site de VEJA, a chef critica o pedido de salvaguarda. Na visão dela, a medida não é prejudicial apenas para a vinicultura brasileira, mas também para toda a gastronomia. “O intuito do meu gesto foi o de chamar atenção de chefs e restaurantes sobre a importância de cada um se posicionar. Isso pode enriquecer a discussão e proporcionar resultados práticos, como foi o caso da Salton, que reviu sua posição e merece o nosso aplauso”, afirmou a chef.

Sem querer generalizar, Roberta chama a atenção para os pequenos produtores que sequer foram consultados sobre o pedido de salvaguarda. “Existem vinícolas que estão fazendo – e sempre fizeram – um trabalho muito sério e bem feito, que efetivamente contribuiu para a evolução da vinicultura nacional. Essas vinícolas, de maneira alguma, podem ser prejudicadas. Essa generalização é perigosa”, disse.

No restaurante Piselli, em São Paulo, os vinhos da vinícola Miolo também foram banidos da carta. “Mantivemos apenas o espumante Chandon, um tinto e um branco da Salton”, afirma o sommelier Sérgio dos Santos. Já o chef francês Claude Troigros, que possui dois estabelecimentos no Rio de Janeiro, afirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que aguarda a decisão sobre o pedido de salvaguarda para definir se retirará ou não de sua carta os vinhos nacionais das empresas envolvidas. O mesmo posicionamento foi anunciado nesta quarta-feira pelo Grupo Fasano, das casas Fasano, Gero, Parigi, entre outras: haverá boicote se as vinícolas levarem até o fim e conseguirem aprovar o pedido de salvaguarda.

No Vecchio Torino, em São Paulo, onde não há vinho brasileiro na carta, o sentimento é de consternação por parte do proprietário, o italiano Giuseppe La Rosa. “O problema não são os outros. É o vinho brasileiro. E não é porque é brasileiro, e sim porque é caro. E é caro porque o imposto é muito alto. Esse é o grande problema”, diz La Rosa.

Também na última semana, os produtores brasileiros Adolfo Lona, Angheben, Cave Geisse e Vallontano divulgaram comunicado conjunto em que repudiam o pedido de salvaguarda. No texto, eles questionam as razões que levaram as associações a pedir proteção ao governo por meio da imposição de uma reserva de mercado. “Por que não concentram seus esforços para baixar os tributos do vinho brasileiro em vez de aumentar a taxa do importado? Por que não pedem o fim das instruções normativas que limitam e dificultam as atividades de pequenas vinícolas?”, diz o comunicado.

Fonte : Exame

La Lombardia chiede l’annessione alla Svizzera

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Annettere la Lombardia alla Svizzera, trasformandola nel ventisettesimo cantone della Confederazione elvetica: è la proposta lanciata sul web attraverso il sito Petizionionline.it, che in poche ore ha raccolto quasi 4.500 firme e si propone di arrivare a quota 500mila per chiedere al governo italiano di indire un referendum (peraltro improponibile) sull’argomento. Ed è giallo sull’autore della provocazione, che non ha firmato il testo della petizione: nemmeno negli ambienti più vicini alla Lega Nord se ne conosce l’identità.

La boutade ha preso spunto dalle recenti dichiarazioni di Ueli Maurer, ministro della Difesa svizzero, il quale ha detto che per i suoi connazionali «annettere la Lombardia non sarebbe un problema, dato che rappresenta circa il 90 per cento del totale di tutti gli scambi commerciali con il nostro Paese».L’anonimo utente di Petizionionline incita quindi i lombardi a “cogliere l’occasione”, elencando una lunga serie di vantaggi che deriverebbero dall’indipendenza. 


“Passeremmo al franco svizzero, con una diminuzione dei tassi d’inflazione, pagheremmo un minor pedaggio autostradale; e soprattutto continueremmo a parlare italiano, mantenendo dunque le nostre tradizioni – si legge nel testo – La Lombardia pagherebbe meno tasse, entrerebbe a far parte di un Paese efficientissimo e all’avanguardia, neutrale, estraneo all’influenza negativa dell’Unione europea e degli Stati Uniti”Le adesioni crescono di ora in ora, anche se le reazioni suscitate nel mondo della Rete sono contraddittorie.
 I commenti postati sul sito vanno dall’indignazione di chi ricorda come “c’è chi è morto per creare un Paese unito”, e rimarca che “l’Italia non si tocca”, alle feroci critiche anti-italiane degli utenti secondo i quali “questo Paese di ladri e corrotti non si può neppure per scherzo paragonare alla democratica, pacifica e civile Confederazione elvetica, patria della libertà e della pace”. C’è però spazio anche per la speranza di chi vuole rimanere italiano perché è convinto del fatto che “prima o poi le cose cambieranno” e vuole crederci “sino alla fine”. E non manca qualcuno che fa notare l’impossibilità di un’annessione, dato che la Lombardia conta dieci milioni di abitanti, a fronte degli otto dell’intera Svizzera.

Fonte : La Repubblica 

ACIBRA porta a Natal “Le Mine vaganti ” di Ozpetek

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Riprendono , dopo l’interruzione estiva , gli incontri della Associazione ACIBRA di Natal  dedicati al Cinema Italiano di autore . Il 30 Marzo alle 19:30 il primo di questi incontri presso l’auditorium della Libreria Potylivros del Praia Shopping di Ponta Negra prevede la proiezione di un recente film del regista italo-turco Ferzan Ozpetek : Le Mine vaganti ( 2010 )

CinemItalia – A realidade italiana na 7ª arte

Ao longo da história do cinema a contribuição italiana tem deixado marcas de grande importância: o movimento do pós-guerra doNeorealismo, de De Sica e Rossellini; o intimismo existencial de Antonioni; a dramaticidade crua de Pasolini e a sofisticada de Visconti, sem esquecer as representações oníricas de Fellini.

Dentro desses gêneros a “comédia à italiana” é aquele que escolhemos nessa temporada: com uma produção enorme, acommedia all’italiana conseguiu frequentemente ser a síntese de várias vertentes e assim representar, de forma divertida, a sociedade italiana e suas mudanças ao longo do tempo.

Finalidade desse projeto é levar ao público obras menos conhecidas de autores já afirmados, assim como apresentar autores desconhecidos ao grande público natalense.

Esse ciclo de filmes é mais uma iniciativa da Associação Cultural Ítalo-Brasileira do Rio Grande do Norte (ACIBRA/RN) e do Centro di Cultura Italiana MadrelinguA para as comemorações do Ano da Itália no Brasil (Momento Italia Brasile) em Natal.

As exibições serão toda última sexta feira do mês e a entrada é franca.

Aprire una gelateria in Brasile

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Molti lettori mi hanno chiesto informazioni sulla opportunità di aprire una gelateria in Brasile . Rispondo con questo articolo apparso sulla Rivista Exame che tratta di un Caso di Successo di un imprenditore italiano a Sao Paulo : Edoardo Tonolli .


Quem passa pelo número 136 da Rua Oscar Freire, em São Paulo, se surpreende com o movimento. O entra e sai de gente na sorveteria Bacio di Latte é surpreendente para um negócio com um ano de vida. No comando da empresa, estão o italiano Edoardo Tonolli e o escocês Nick Johnston.

Tonolli trabalhava com finanças em Milão quando decidiu abrir um negócio. “Morei seis meses no Brasi e, assim que cheguei na Itália, a crise tinha começado. Eu já tinha a ideia de abrir alguma coisa na área alimentícia com o meu irmão. Estávamos em dúvida entre uma cafeteria e uma gelateria”, conta. A escolha foi pelo sorvete, ou melhor, “gelato”, corrige o sócio.

Com a crise que assombra a Europa – além de gastos públicos descontrolados, a Itália tem uma relação dívida/PIB de mais de 120% -, Tonolli resolveu que o melhor seria aportar no Brasil. “A crise na Europa influenciou 95% da nossa vinda ao Brasil”, conta. “Os impostos brasileiros são mais baixos do que os italianos e aqui tem menos burocracia. Para abrir um negócio lá, você leva um ano mais ou menos”, explica.

Apresentado a Tonolli por uma amiga em comum, Johnston logo se animou com a ideia de virar empreendedor no Brasil. “Eu já estava morando em São Paulo, procurando uma oportunidade e acreditando no Brasil sem saber exatamente o que iria ser. Eu encontrei o irmão do Edoardo na Suíça, ele me explicou o projeto e em um segundo eu topei”, diz. Segundo ele, a falta de sorvetes de qualidade e uma clientela grande e exigente faziam de São Paulo o local perfeito para a instalação do negócio.Depois da inauguração, em janeiro de 2011, a gelateria já ganhou prêmios importantes, como o de melhor sorvete segundo a edição 2011 de Veja Comer & Beber. Neste mesmo período, a empresa cresceu 120%. Bem mais do que os sócios esperavam. “A ideia era ter uma loja modelo na Oscar Freire para saber se o público aceitaria a nossa proposta de gelato de qualidade ao preço mais competitivo possível. No fim, foi muito mais do que imaginamos”, diz Johnston.

Crescimento

Sem revelar dados de receita e vendas (“para despistar a concorrência”, brincam), os sócios começam a se planejar para crescer. “Estamos vendo como aumentar o tamanho da rede sem perder qualidade”, conta Tonolli.

Segundo eles, cada loja deve ter uma produção própria para garantir a textura e o sabor dos sorvetes. “Ele perde até 80% da cremosidade durante o transporte”, explica. Eles não revelam o investimento para abrir uma loja, mas só os custos com maquinário chegam a meio milhão de reais.
Para os próximos dois meses, a marca vai inaugurar duas lojas, uma em Moema e a outra no shopping JK Iguatemi, ambas na capital paulista. “Nós pretendemos abrir mais ou menos 20 lojas próprias nos próximos 3 anos em São Paulo”, define Tonolli.

A região dos Jardins também deve receber mais uma unidade. “Alguns shoppings do Rio já convidaram a gente para abrir uma loja, mas é melhor fazer as coisas de forma mais orgânica. Começar aqui em São Paulo e quando tiver uma estrutura boa ir para outros lugares”, explica Tonolli.A principal preocupação dos sócios hoje é manter a qualidade do negócio. Por isso, eles contam que recusam pedidos de franquias toda semana para não perder o controle da empresa. “É muito fácil abrir muitas lojas e perder o controle. Nossa ideia é fazer várias lojas concentradas em São Paulo e resolver todas as questões de logística, processos e gestão que vamos precisar. Depois, também dá para pensar em franquear”, esclarece Johnston.

Produção artesanal

Sem estratégias de marketing, a empresa cresceu no boca a boca. Os 35 sabores disponíveis são produzidos todos os dias para atender a demanda – aparentemente incessante – de consumidores.

Com preço médio de 10 reais, os clientes podem provar até três sabores por potinho. “O chocolate belga é o preferido”, conta Johnston.

Apesar da produção local, 80% da matéria-prima é importada. “Tirando o leite e o açúcar, o resto vem de fora. A base do sorvete e o maquinário são da Itália. A pera é da Argentina e o limão da Sicília. Mas o que dá para achar aqui, como algumas frutas, não vejo porque não usar”, esclarece Tonolli.

Segundo o empresário, alguns fornecedores italianos vão abrir uma planta no Brasil ou na América do Sul. “Estou contando com isso para não precisar mais importar. Elas vão trazer o produto da Itália e fazer o último nível de acabamento aqui”, conta.


Fonte : Exame 

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