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Sono felice e dunque sono ricco FIB versus PIB

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Quale percentuale dei miei problemi dipende dai soldi ? Una vecchia questione a cui si tende oggi a dare una risposta ” scientifica ” ovvero  misurabile . Nasce quindi in concetto di FIB  ( Felicità interna bruta ) come contrapposizione al PIB ( Prodotto interno bruto , il nostro PIL ) . Un buon argomento di discussione per una piovosa domenica qui ai tropici  !

“Dinheiro resolve a metade dos meus problemas. A outra metade não depende de dinheiro”. A frase, de autor desconhecido, ilustra muito bem uma discussão que começa a tomar conta das rodas de debate de todo o mundo. Uma corrente de pensamento, nem tão nova assim, defende que a prosperidade não pode ser medida apenas pela frieza dos indicadores econômicos. Para os críticos do modelo em vigor, o bem-estar das pessoas precisa entrar nessa conta.

O Produto Interno Bruto é considerado por eles um índice incompleto. Dados como o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) ou o nível de segurança das cidades não são contabilizados. Portanto, elencar a grandeza das nações pelos bilhões acumulados com produção industrial e comercial, por exemplo, é, para esses especialistas, uma distorção da realidade.

Butão

Governantes de alguns países importantes, casos de França, da Grã-Bretanha e do Canadá, parecem render-se ao argumento e já anunciaram a intenção de medir a felicidade de suas populações.

O modelo mais consistente de medição de felicidade, o Felicidade Interna Bruta (FIB), vem lá da Ásia, mais precisamente do Butão, um pequeno reino incrustado nas montanhas do Himalaia, entre a China e a Índia. Lá, o contentamento da população é mais importante que o desempenho da produção industrial.

O conceito nasceu em 1972 e, desde então, para os butaneses, o cálculo da riqueza deve considerar outros aspectos além do desenvolvimento econômico, como a conservação do meio ambiente e a qualidade de vida das pessoas. O modelo tem o apoio do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento.

FIB brasileiro

Inspirada no FIB, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) começa a elaborar um índice de bem-estar genuinamente brasileiro. O FIB nacional ainda não foi batizado por aqui, e será tocado pelos professores Fábio Gallo e Wesley Mendes.

Segundo eles, o PIB falha ao computar os custos ambientais e, ao mesmo tempo, inclui em seu cálculo formas de crescimento econômico prejudiciais ao bem-estar da população. Gastos com crime, atendimento médico, divórcio e até desastres naturais como tsunamis colaboram para elevar o PIB.

“Nosso desafio é entender os padrões de comportamento e levá-los ao nível individual. O que faz as pessoas ficarem mais ou menos satisfeitas? Algo bastante subjetivo. A intenção é agregar esse índice subjetivo ao PIB, uma medida objetiva, e chegar a um denominador comum”, explica Mendes.

O primeiro passo do desenvolvimento da metodologia do FIB brasileiro já foi dado e mostra que a riqueza econômica não é o principal fator de felicidade. Um questionário com jovens adultos de São Paulo e de Santa Maria, pequena cidade no interior do Rio Grande do Sul, mostrou que o índice de satisfação dos jovens gaúchos é 22,5% maior que o dos paulistanos. Entre os 11 aspectos de vida estudados, os mais relevantes para a percepção de satisfação foram vida social, situação financeira e atividades ao ar livre.

“O índice será muito útil para o desenvolvimento de políticas públicas e privadas, afinal, vamos mostrar o que está incomodando a população, onde estão os problemas. Os números serão por bairro, mostraremos as regiões onde as pessoas são mais felizes, imagine o impacto disso no mercado imobiliário”, assinala Fábio Gallo.

A ideia de um índice para medir a felicidade do brasileiro agrada. Apesar de considerar o trabalho bastante complicado, com resultados difíceis de serem mensurados, o economista Orlando Caliman reconhece as limitações do PIB como medida de prosperidade.

“São muitas as restrições, o bem-estar das pessoas passa ao largo. Considero a iniciativa da FGV boa por abrir a discussão. Hoje, somos reféns do PIB, mas não podemos continuar crescendo para sempre, o mundo não aguenta. Outras medidas precisam entrar na conta da prosperidade, a qualidade de vida e o bem-estar das pessoas podem ser boas saídas”.

Caliman se diz ansioso para saber como será a metodologia do índice da FGV. “É muito difícil medir a subjetividade, quero ver como isso se dará”.

Os pesquisadores afirmam que a metodologia já está sendo discutida, e eles reconhecem a complexidade. “Elaborar o índice que queremos é algo complexo. São muitos dados subjetivos que variam de Estado para Estado”, explica Gallo.

Grã-Bretanha vai medir bem-estar
Ir além do PIB. É essa a ideia do governo da Grã-Bretanha, que quer ver como andam os sorrisos dos britânicos, apesar das medidas de austeridade anunciadas em razão da forte crise econômica que toma conta da Europa.

O primeiro-ministro David Cameron vai pedir ao Instituto Nacional de Estatística para elaborar uma série de perguntas, que vão passar a fazer parte dos inquéritos de estatísticas do país.

Ao lado das habituais questões sobre emprego, educação ou crescimento econômico, passam a figurar também perguntas para medir o índice de felicidade da população.

O jornal “The Guardian”, que publica as estatísticas britânicas, defende que os governos devem olhar além dos números do PIB e da inflação, pois indicadores como qualidade de vida e bem-estar também são indicadores importantes.

Uma fonte do governo disse que os resultados poderiam ser publicados trimestralmente, mas os intervalos exatos ainda devem ser aprovados.

O presidente da França, Nicolas Sarkozy, anunciou, no ano passado, que tinha a intenção de incluir a felicidade e o bem-estar na medição francesa de progresso econômico. O Canadá é outro país a olhar com carinho para a iniciativa. Governos de todo o mundo estão sendo pressionados a buscar medidas de prosperidade que não se atenham apenas à esfera econômica.



Análise
“Esquecemos valores essenciais”

A Felicidade Interna Bruta é a referência ideal diante do que vivemos, porque contribui com a ampliação de perspectivas nas gestões, priorizando a qualidade de vida. Esse indicador nos remete à sustentabilidade em seis dimensões, baseada na interação equilibrada entre as esferas econômica, ambiental, social, política, cultural e espiritual – inspirando a harmonia do indivíduo para com ele, o outro e o meio, em uma visão holística e integradora. Perdemos os espaços de convivência para a violência. Minguamos nossa vontade de sociabilizar, perante o individualismo e a pressa imposta por rotinas intensas, ditadas por um tempo tecnológico e não humano. Limitamos a educação ao intelecto e nos esquecemos de valores humanos essenciais. Onde são maiores, o PIB e o IDH parecem diretamente proporcionais às taxas de suicídio. O vazio existencial não é preenchido pela produção capitalista e nem pelas drogas. Negamos as tradições e nos perdemos em ideologias. A saúde não inclui a importância das relações na vida das pessoas, o que ampliaria seu pertencimento a territórios sociais em que floresçam a compaixão e a solidariedade. Depressão e ansiedade são subprodutos da competitividade predatória, em meio a limites éticos elásticos, em um sistema autofágico. Ignora-se a interdependência e o pensar coletivo que entusiasma e amplifica as vantagens da vida em sociedade. Daí a importância de um indicador que evolua nossa visão de “crescimento” para a de “desenvolvimento”, colocando a felicidade em perspectiva e o ser humano em foco.

Sidemberg Rodrigues, presidente do Conselho de Sustentabilidade e Responsabilidade Social da Findes

Abdo Filho
afilho@redegazeta.com.br

Il futuro della SELIC

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Il Ministero della Pianificazione brasiliana ha rilasciato i seguenti dati macroeconomici  validi sino al 2015 :

SELIC in discesa sino a raggiungere progressivamente il 9% nel 2013 contro una inflazione vista al 4,5% nello stesso anno .Nello stesso periodo il salario minimo in crescita a  R$ 667,75 .

Restano prioritari per il governo e quindi non sottoposti ad alcuna restrizione finanziaria i programmi a sfondo sociale : Brasil sem miseria , PAC e Minha CAsa Minha Vida .

O Ministério do Planejamento prevê que a taxa básica de juros da economia brasileira, a Selic, vai ter trajetória de queda até 2015 e deve fechar 2013 em 9%. Para este ano, a expectativa é que a Selic permaneça no patamar atual, de 9,75%, medido em dezembro. Até 2015, a taxa básica de juros deve atingir 8%, segundo previsões do ministério.


Os dados foram encaminhados nesta sexta-feira para o Congresso Nacional e compõem o projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) para o ano que vem. A matéria deve ser votada pelos parlamentares até o fim deste ano, sob pena de não haver orçamento em 2013. O PLDO contém todas as projeções econômicas para o ano.

No ano que vem, a previsão é que o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro, que é a soma de todas as riquezas produzidas no País, cresça 5,5%, mesmo patamar estimado para 2015. Somente em 2014 é que a economia brasileira deve atingir 6%, índice próximo aos 7,5% medidos em 2010.

A inflação acumulada em 12 meses no final de 2013 deve fechar em 4,5%, centro da meta estabelecida pelo governo. A média do ano, no entanto, foi estimada em 4,76%, ligeiramente acima do centro da meta. O salário mínimo para 2013 está previsto em R$ 667,75 e deve atingir, segundo projeções do governo, R$ 803,93.

Metas e prioridades
Em 2013, o governo pretende economizar 3,1% do PIB brasileiro para pagar os juros da dívida pública, ou R$ 155,9 bilhões em valores absolutos. Para 2012, esse valor é de R$ 139,8 bilhões.

As prioridades do governo continuam sendo a área social (Brasil sem Miséria), o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o Minha Casa Minha Vida. Isso significa que as obras nesses programas estão livres de bloqueio de recursos do Orçamento.


Brutto risveglio per Ponta Negra

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L’incuria nella esecuzione delle opere di rifacimento della orla determinano l’inquinamento della spiaggia con i detriti dei materiali di costruzione . Denunciata l’impresa Sicol contrattata dalla Prefettura .

Os banhistas que frenquentam a praia de Ponta Negra tiveram uma surpresa esta semana. O entulho das obras realizadas para a reconstrução do calçadão foi deixado na areia da praia, formando “montanhas” do material da obra no local. Quando a maré chegou ao ponto onde estava o entulho, todo o material foi espalhado por um trecho da praia, que ficou intransitável. A equipe de reportagem da TRIBUNA DO NORTE foi até o local nesta quinta-feira e comprovou a situação.



De acordo com o presidente da Associação dos Trabalhadores de Ponta Negra (ATPN), Marcos Martins, a entidade entrou com uma ação no Ministério Público contra a empresa, já que considera o ato um crime ambiental. “Nós estamos acionando o Ministério Público para oferecer denúncia contra a empresa”, disse. “Em parte a culpa também da Prefeitura que não fiscaliza corretamente a obra”, concluiu.

A responsável pela obra é a empresa Sicol, contratada pela Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur). A Secretaria informou, através da assessoria de imprensa, que a empresa realiza o recolhimento do entulho, mas alguma parte ainda permanece no local. Segundo a Semsur, os locais de foco das obras serão fiscalizados e haverá sinalização de aviso aos banhistas sobre a situação.

A associação cobra a retirada do material da areia da praia. Para Marcos Martins, neste momento, a limpeza tem de ser feita em toda a orla. ” A limpeza tem que ser feita em toda a orla”, disse.




Fonte : Tribuna do Norte 

Un altro pezzo di Italia diventa tedesco : Audi compra Ducati

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Francoforte, 11 apr – La Audi (gruppo Volkswagen) potrebbe annunciare il 18 aprile, un giorno prima dell’assemblea degli azionisti, l’acquisizione della Ducati. Cosi’ il sito del quotidiano tedesco ‘Handelsblatt’, che cita fonti vicine all’operazione secondo le quali si sarebbe concluso l’esame dei bilanci della Rossa di Panigale da parte dei tedeschi. Nessun commento da parte di Audi o di Investindustrial, proprietario di Ducati. ‘Handelsblatt’ aggiunge che nelle scorse settimane, tra i nomi dei possibili candidati in lizza per il produttore di moto, sono emerse anche l’indiana Mahindra e le tedesche Bmw e Daimler. Queste ultime due hanno pero’ nel frattempo smentito. Audi aveva gia’ cercato nel 2005 di acquisire Ducati dal fondo Texas Pacific Group, ma era stata battuta da Investindustrial. Con Ducati salirebbero a 12 il numero dei marchi che fanno capo a Volkswagen. A muovere le fila per comprare l’azienda italiana e’ Ferdinand Piech, il gran patron di Wolfsburg, la cui prima motocicletta e’ stata proprio una Ducati.

Fonte : Il Corriere della sera 

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