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Lutto per l’Associazione Trentini nel Mondo

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Dolore e sconforto per la scomparsa
del direttore Rino Zandonai

 
 
 
 
Il direttore della Trentini nel mondo, Rino Zandonai (primo a destra), era fra i passeggeri dell’areo dell’Air France scomparso durante il volo da Rio de Janeiro a Parigi.
Con Zandonai viaggiavano anche il Consigliere provinciale Giovanni Battista Lenzi (al centro) e il sindaco di Canal San Bovo, Luigi Zortea (a sinistra.

(San Paolo, Ouro Fino, Curitiba, Piraquara, Zortea, Rodeio, Gaspar e Florianopolis, erano state le principali tappe della trasferta in Brasile compiuta dal direttore della Trentini nel mondo, Rino Zandonai, dal 20 al 30 maggio.
A San Paolo, Zandonai ha avuto un incontro con il Console generale d’Italia, Marco Marsilli (con il quale ha discusso della legge 379/2000), e con le comunità tren¬tine di Santana e Santa Olimpia (che fanno capo al Circolo trentino di Piracicaba).
Ad Ouro Fino (nello stato di Minas Gerais) il 22 maggio era in programma l’inaugurazione del progetto di solidarietà promosso dal locale Circolo trentino, che ha portato alla realizzazione di una piscina per idroterapia per il trattamento fisioterapico dei bambini affetti da paralisi cerebrali.
Domenica 24 maggio ad essere inaugurato è stato invece il progetto «Caminho trentino das Mananciais», a Piraquara, nello stato del Paranà, un’iniziativa nella quale sono coinvolti il Circolo trentino di Cu¬ritiba, l’amministrazione comunale di Piraquara, l’associazione «Trento trasforma» e la Sanepar (la società che cura la distribuzione dell’acqua potabile). Attraverso una combinazione di produzione agricola, artigianato, valorizzazione del territorio, si punta a realizzare un’offerta di turismo compatibile, che possa costituire una solida prospettiva di sviluppo economico per la zona l’antica colonia imperiale Santa Maria del Nuovo Tirolo di Boca da Serra, nella quale si sono insediate soprattutto famiglie provenienti dal Primiero.
Nello stato di Santa Catarina, Zandonai ha fatto visita ad alcuni Circoli: Rodeio, Nereu Ramos, Indaial, Rio do Cedros. Il 29 maggio a Gaspar c’è stato l’incontro con il sindaco della città e con il Circolo, per la consegna ufficiale del fondo raccolto con la campagna di solidarietà promossa dalla Trentini nel mondo, in favore dei trentini di Santa Catarina colpiti dall’alluvione del novembre 2008 (ne abbiamo parlato ampiamente alle pagine 2 e 3).
Nei giorni precedenti, a Zortea (Santa Catarina) ci sono stati contatti con l’amministrazione comunale, per gettare le basi per un accordo di amicizia e collaborazione con l’omonimo comune trentino nel Primiero. 

Lista parziale dei passeggeri del volo AF 447

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Familiares ou empresas em que trabalhavam passageiros que embarcaram no Airbus-A330 da Air France, que cumpria o voo AF 447 e desapareceu na noite de domingo, confirmaram alguns de seus nomes. Ao todo, são 228 pessoas a bordo, sendo 216 passageiros e 12 tripulantes.Segundo a Air France, 58 brasileiros estavam na aeronave.O voo AF 447 decolou por volta das 19h de domingo do aeroporto do Galeão (Tom Jobim) e deveria pousar no aeroporto Charles de Gaulle, em Paris, por volta das 11h local (6h de Brasília). O último contato com o comando aéreo brasileiro ocorreu por volta das 22h30.Em nota, a empresa afirma que a aeronave “cruzou uma zona com forte turbulência” por volta das 23h (horário de Brasília) e enviou alerta automático sobre problemas no circuito elétrico às 23h14.Os nomes confirmados até agora são:Adriana Francisca Van Sluijs, 40, da área de comunicação corporativa da Petrobras 
Agostino Cordioli, 73, empresário italiano de Verona. Viajou a negócios para Fortaleza 
Ahmed Faouzi, técnico veterinário marroquino 
Aisling Butler, 26, médica irlandesa 
Alexander Bjoroy, 11, estudante britânico 
Alexander C., 25, estudante alemão 
Alexander Paulitsch, 35, consultor comercial italiano de San Candido (Bolzano) 
Ana Carolina Rodrigues, 28, integrante da ONG Viva Rio 
Anna Negra, 28, espanhola 
Andrés Suárez Montes, 38, engenheiro espanhol que trabalhava no Brasil 
Angela Cristina de Oliveira Silva, responsável por uma organização internacional 
Anne Harris, 54, mulher do geólogo Michael Harris 
Antonio Gueiros, diretor de informática da Michelin 
Arden Jugueta, marinheiro filipino que pegaria conexão em Paris 
Arthur Coakley, 61, engenheiro inglês que veio ao Brasil a trabalho 
Bianca Machado Cotta, médica que viajava com o marido em lua de mel 
Brad Clemes, 49, canadense; executivo da Coca-Cola na Bélgica 
Carlos Eduardo Lopes de Mello, recém-casado com Bianca 
Carmen E., economista alemã; filha de Rolf E. 
Christine Badre Schnabl, 34, sueca 
Christin Pieraerts, funcionária da unidade Paris da Michelin 
Clara Sofie E., 2, filha de Carmen E. 
Claudia Degli Esposti, 55, italiana, empresária que trabalha com marketing 
Claus-Peter Hellhammer, 28,, 28, funcionário alemão da ThyssenKrupp Steel AG 
Deise Possamai, 34, funcionária da prefeitura de Criciúma 
Eithne Walls, médica irlandesa 
Enzo Canaletti, italiano, marido de Angela Cristina de Oliveira Silva 
Erich Heine, presidente da ThyssenKrupp CSA – Companhia Siderúrgica do Atlântico 
Fatma Ceren Necipoglu, professora turca da Anadolu University 
Ferdinand Porcaro, 79, oftalmologista aposentado 
Fouad Haddour, veterinário marroquino 
Francisco Eudes Mesquita Valle, viajou ao lado do filho, da mulher e da nora 
Georg Lercher, 34, empresário italiano do setor florestal de San Candido (Bolzano) 
Georg Martiner, 24, de origem brasileira, adotado com dois irmãos por uma família italiana 
Giovanni Batista Lenzi, deputado da Província Autônoma de Trento 
Graham Gardner, 52, engenheiro escocês que trabalha no Rio 
Gustavo Peretti, 30, brasileiro, funcionário da petrolífera norueguesa StatoilHydro. 
Harald Maximillian Winner, 44, alemão que iria providenciar documentos para se casar 
Hilton Jadir Silveira de Souza, 50, engenheiro da Petrobras que viajou a trabalho 
Hannelore E., dona de casa, mulher de Rolf E; alemã 
Ines G., 31, gerente de vendas alemã 
Iris M., 21; alemã 
Izabela Maria Furtado Kestler, professora de alemão da UFRJ 
Isabelle Bonin, 36, francesa; mulher do copiloto Pierre-Cedric Bonin 
Isis, francesa, mulher de José Ronnel Amorim 
Jane Deasy, médica irlandesa 
Jean-Claude Lozouet, francês que viajou separado da mulher 
João Marques da Silva Filho, 67, gerente de interface do Estaleiro Atlântico Sul 
José Gregório Marques, juiz aposentado, completaria 72 anos na segunda-feira (1º) 
José Roberto Gomes, 50, professor de administração da PUC-RJ 
José Ronnel Amorim, 35, dentista casado com a francesa Isis 
Jozsef Gallasz, 44, húngaro, marido de Rita Szarvas 
Júlia Chaves de Miranda Schmidt, 27, advogada mineira 
Juliana Aquino, 29, cantora, mora na Alemanha e passava férias com a família em Brasília 
Kristian Berg Andersen, 37, norueguês, funcionário da petrolífera norueguesa StatoilHydro 
Koo Hak-rim, 40, sul-coreano 
Laura Rahal, 28, engenheira sueca que veio ao Brasil a trabalho 
Leonardo Veloso Dardengo, 31, oceanógrafo e doutorando da Coppe/UFRJ 
Letícia Chem, 36, gerente de roaming internacional da operadora Oi 
Luciana Clarkson Seba, psicóloga, viajou ao lado do marido, Paulo Brito, e dos sogros 
Luigi Zortea, prefeito de Canal San Bovo, em Trento (Itália) 
Luis Cláudio Monlevad, 48, funcionário da empresa de tubulações Saint-Gobain 
Luiz Roberto Anastácio, presidente da Michelin para a América do Sul 
Marcela Marques Pellizzon, 29, geóloga, funcionária da petrolífera norueguesa StatoilHydro 
Marcelle Valpaços Fonseca Lima, 28, procuradora do Estado do Rio 
Marcelo Parente, 38, chefe de gabinete do prefeito do Rio, Eduardo Paes (PMDB) 
Marcos Mendonça, diretor de manganês da Vale 
Marcia Moscon de Faria, 49, psicóloga, funcionária da Vara da Infância, Juventude e Idoso do TJ do Rio 
Maria de Fátima Brito, arquiteta, viajou ao lado do marido, do filho e da nora 
Maria G., 27, fisioterapeuta austríaca 
Maria Tereza Gregório Marques, 69, advogada, mulher do juiz José Gregório Marques 
Michael Harris, 60, geólogo americano que trabalha para a Devon Energy no Brasil 
Moritz Koch, 54, arquiteto alemão, veio ao Rio para reunião no escritório de Oscar Niemeyer 
Mateus Nazareth Ceva Antunes, 3, filho de Octavio e Patricia, também no voo 
Mulher de Marcelo Parente, cujo nome não foi confirmado 
Martin, 29, médico alemão em férias no Brasil 
Nelson Marinho Filho, 40, mecânico de engrenagens 
Octavio Augusto Ceva Antunes, professor do Instituto de Química da UFRJ 
Philipe Schnabl, 5, filho de Christine Schnabl 
Pablo Dreyfus, 38, argentino integrante da ONG Viva Rio 
Patricia Nazareth Antunes, química da Anvisa que viajava com o marido, Octavio 
Paulo Valle Brito, empresário, viajou ao lado da mulher, Luciana Sebá, e dos pais 
príncipe Pedro Luis de Orleans e Bragança, 26, descendente de dom Pedro 2º 
Rajae Tazi Moukha, veterinária marroquina 
Regine E., alemã, professora de música; filha de Rolf E. 
Rino Zandonai, diretor da Associazione Trentini Nel Mondo 
Rita Szarvas, terapeuta húngara de um centro para crianças com deficiência motora 
Filho de 7 anos de Jozsef Gallasz e Rita Szarvas, cujo nome ainda não foi divulgado 
Roberto Corrêa Chem, 66, cirurgião plástico e professor universitário 
Rolf E, aposentado alemão 
Sandrine Artiguenave, 34, francesa 
Silvio Barbato, ex-diretor artístico da Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional 
Simone Jacomo dos Santos Elias, 41, psicológa, funcionária da Vara da Infância, Juventude e Idoso do TJ do Rio 
Sonia Maria Amorim, 57, funcionária da Vara da Infância, Juventude e Idoso do TJ do Rio 
Sonia Maria Cordeiro Porcaro, 67, mulher de Ferdinand Porcaro; ia visitar filha na Noruega 
Stephane Artiguenave, 35, francês, vendedor da CGED 
Valnilzia Betler, 44, casada com um alemão 
Vera Chem, 63, psicóloga, casada com Roberto Chem 
Zoran Markovic, 45, marinheiro croata de Kostelji 

Tripulantes 

Clara Mar Amado, 32, argentina com nacionalidade francesa 
David Robert, 37, francês, copiloto do voo AF 447 
Lucas Gagriano Juca, 24, comissário – único tripulante brasileiro 
Marc Dubois, 58, francês, comandante do voo AF 447 
Pierre-Cedric Bonin, 32, copiloto do voo AF447 Fonte : Tribuna da Bahia 

Lula proclama tre giorni di lutto nazionale

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Ieri sera il ministro della Difesa brasiliano, Nelson Jobim, aveva già affermato di non avere “alcun dubbio” che i resti trovati appartenessero al velivolo scomparso mentre sorvolava l’Atlantico. Subito dopo il governo di Brasilia ha proclamato tre giorni di lutto nazionale per le 228 vittime. A Parigi oggi pomeriggio si svolgerà una cerimonia interreligiosa a Notre Dame, alla presenza del presidente Nicolas Sarkozy, e una preghiera nella Grande moschea.  Altri voli militari francesi sono previsti per oggi sulla zona, tra cui quello di un aereo-radar che effettuerà una “cartografia” dei resti per tentare di determinare il luogo dell’incidente e quindi permettere il recupero della scatola nera, ha precisato ancora Prazuck. La cartografia verrà completata da un Falcon 50 che decollerà da Natal, in Brasile, e da un altro volo dell’Atlantique 2. Oggi sarà “una giornata di transizione”, ha detto ancora il comandante francese spiegando che “si passerà da un’operazione aerea che copre una vasta zona a un’operazione navale che interesserà un’area più ristretta”.  I sommozzatori brasiliani sono stati i primi ad arrivare e a percorrere la scia di detriti lasciata dall’airbus. Maltempo e mare grosso ostacolano però la raccolta di qualunque oggetto possa essere utile a capire cosa sia successo al volo AF447 sparito dai radar mentre nella zona infuriava una tempesta. Quattro navi della marina brasiliana equipaggiate con strumentazioni per il recupero e una nave cisterna pattugliano un braccio di mare lungo cinque chilometri disseminato di sedili, cavetteria, frammenti metallici e macchie di kerosene 1.200 chilometri a nordest di Recife.  Il contrammiraglio Domingos Nogueira, responsabile delle ricerche, ha ammesso che il compito più difficile sarà trovare le scatole nere: forse l’unico strumento per comprendere cosa abbia fatto precipitare l’A330 partito da Rio e diretto a Parigi. “Le navi sono equipaggiate per arrivare e cominciare a raccogliere pezzi dell’airbus” ha detto Nogueira, “ognuna ha a bordo due sommozzatori e battelli che devono essere calati in mare per raccogliere le parti più piccole”.  Tutto quello che verrà trovato sarà poi trasferito in elicottero alla base brasiliana nell’arcipelago di Fernando de Noronha. Ma le scatole nere potrebbero essere a una profondità compresa tra i due e i tremila metri e l’unica speranza è nel segnale che continueranno a mandare per un mese dal giorno del disastro.  Secondo gli esperti la caccia alla registrazione con i dati di volo e di bordo e a quella con le conversazioni dell’equipaggio sarà la più ardua dopo quella lanciata per ritrovare il Titanic. Ma il presidente brasiliano Luiz Iñacio Lula da Silva è convinto che sarà un’operazione coronata dal successo: “Un Paese capace di trovare il petrolio a sei chilometri di profondità può trovare un aereo a duemila”, ha detto.  Resta ancora fitto il mistero sulle cause del disastro: la tempesta può aver innescato una serie di avarie, ma per capire qualcosa di più gli esperti esamineranno due aerei della Lufthansa che alla stessa ora del disastro incrociavano nella zona attraversata dal volo AF447. 
Fonte : Repubblica

Avvistati i resti dell’aereo scomparso

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Un aereo militare brasiliano impegnato nelle ricerche (Afp)
Un aereo militare brasiliano impegnato nelle ricerche (Afp)

PARIGI – Un sedile di aereo, un giubbotto di salvataggio arancione, un recipiente, pezzi metallici bianche e macchie di carburante sono stati avvistati nel primo pomeriggio dall’Aeronautica brasiliana nell’oceano Atlantico a 650 km a nord-est dall’isola brasiliana di Fernando da Noronha. I ritrovamenti sono avvenuti in un’area vasta almeno 60 km. Jorge Amaral, portavoce dell’aviazione brasiliana, ha lanciato anche un’ipotesi, sottolineando che deve essere ancora suffragata dai fatti: «I resti sono stati rinvenuti a destra del punto in cui è stato lanciato l’ultimo segnale dall’aereo. Forse, ma è solo un’ipotesi, il pilota ha cercato di invertire la rotta per provare a raggiungere lo scalo più vicino, sull’isola Fernando da Noronha». Non è sicuro che i restii appartengano al velivolo dell’Air France finché non sarà accertato il loro numero di matricola.SEI NAVI – Intanto sono numerosi i mezzi che si stanno dirigendo nell’area per le ricerche. Da parte brasiliana, le Forze armate (Forza aerea e Marina militare) hanno messo a disposizione tre C-130 Hercules, un Amazonas SC-105 da ricognizione, un R-99 con apparecchiature per la guerra elettronica, in particolare strumenti agli infrarossi che potrebbero rivelarsi molto utili per rinvenire segnali del disastro, un Bandeirante P-95 antisommergibile per la ricerca in profondità, un elicottero Blackhawk e un SuperPuma, due corvette («Caboclo» e «Marajo»), la nave pattuglia «Grajau» e la fregata «Constituicao». I francesi hanno già nella zona un aereo Breguet Atlantic 2 antisommergibile della Marine militaire e un Falcon 50 dell’Armee de l’Air carico di apparecchiature elettroniche, entrambi con base a Dakar. Un cargo francese, «Douce France», è stato dirottato dal governo francese verso l’area di mare dove lunedì un pilota di linea brasiliano aveva avvistato luci arancioni sul mare. Gli Stati Uniti hanno inviato un P-3 Orion antisommergibile che è arrivato in Brasile ed è subito decollato per partecipare alle ricerche. Infine, il governo spagnolo ha inviato in Senegal due aerei militari che si uniranno al resto dell’organigramma dei soccorsi. La Marina militare brasiliana ha chiesto anche a quattro navi mercantili (Lexa Maersk, Jo Cedar, Ual Texas e Stolt Inspiration), che incrociano nello stesso settore dell’Atlantico, di partecipare alle ricerche. La Lena Maersk, in particolare, una porta-container norvegese, e un cargo olandese, stanno convergendo a tutta forza sul punto localizzato dall’Hercules brasiliano.LA PROFONDITA’ – Nella zona di oceano dove potrebbe essere caduto l’Airbus, la profondità dell’Atlantico è tra i quattro e i cinquemila metri, il che renderebbe praticamente impossibile il recupero del relitto. L’area, secondo Edmo Campos, un esperto di oceanografia brasiliano, è una zona abissale, al di fuori della piattaforma continentale, con profondità che possono arrivare a cinquemila metri. In più, è una zona di correnti forti, che possono arrivare a un metro al secondo, da est a ovest: i resti galleggianti possono quindi essersi spostati molto rispetto alla zona dell’impatto con l’acqua, rendendo ancora più difficile localizzare il relitto, o le sue parti. Lo conferma il fatto che i pochi resti localizzati finora dal C-130 militare brasiliano erano sparpagliati su una distanza di 60 chilometri. In compenso, afferma Campos, è una zona «tranquilla» da punto di vista della navigazione marina (ma di forti turbolenze per gli aerei), con scarse probabilità di tempeste o di mare agitato.

INDIZI ARRIVERANNO DA DUE JET – Due Jet della Lufthansa, che si crede fossero nella stessa zona dell’Atlantico mezz’ora prima del volo Air France disperso, forniranno indizi per le indagini. Lo ha riferito l’Organizzazione meteorologica mondiale (Omm). L’agenzia Onu ha detto di aver avuto informazioni preliminari su due aerei che hanno registrato dati su temperature e venti, ma che non sono attrezzati per trasmettere automaticamente informazioni sulle turbolenze. Herbert Puempel, capo della divisione meteorologica aeronautica dell’Omm, ha detto di ritenere altamente improbabile che un fulmine o il maltempo abbiano causato l’incidente, ma che possano aver contribuito. «Due aerei Lufthansa erano nei pressi del volo Air France, ma non sapendo l’esatta localizzazione dell’incidente, è estremamente difficile dire quando vicini fossero», ha detto Puempel a Reuters. I due aerei si stavano recando dal Sud America all’Europa, domenica notte, nella stessa direzione del volo di Air France partito da Rio per Parigi, circa 30 minuti prima. «Le osservazioni saranno certamente usate dal gruppo di indagine».Fonte : Il Corriere della sera 

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