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Secondo Standard&Poor un declassamento a breve della nota Brasile è possibile .

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A agência de classificação de risco Standard & Poor’s (S&P) colocou nesta segunda-feira (22) a nota de risco soberano do Brasil em observação negativa (CreditWatch negativo), mantendo a nota de crédito do Brasil em moeda estrangeira e local em “BB” – dois patamares abaixo do grau de investimento (selo de bom pagador)

No caso do Brasil, o chamado “creditwatch”, com viés negativo, é um alerta de curto prazo para um possível rebaixamento rating e, no caso do Brasil, reflete aumento da incerteza relacionada aos eventos políticos recentes. Isso significa que a nota brasileira pode ser reduzida nos próximos três meses.

 Justificativas

A agência de classificação de risco cita as denúncias de corrupção envolvendo o presidente da República, Michel Temer, avalia que o cenário político se tornou mais complicado, e que, em meio às incertezas políticas, está em risco o progresso em endereçar os desafios econômicos relativos ao ajuste das contas públicas.

“As incertezas a curto prazo em torno da viabilidade política do presidente Temer e o potencial para um processo de transição prolongado ou disruptivo aumentaram o risco negativo para a classificação [do Brasil]”, informou a agência em comunicado.

De acordo com a Standard & Poors, a governabilidade já foi comprometida, uma vez que o presidente Temer perdeu apoio de alguns partidos. Acrescenta ainda que a votação da reforma da Previdência Social é suscetível de ser adiada.

“Um presidente [Temer] enfraquecido, um longo ou disruptivo processo de transição, ou um presidente com capacidade diminuída e com vontade de avançar reformas, provavelmente atrasaria a recuperação econômica. Políticas fiscais e econômicas pró-ativas poderia conduzir a um ‘downgrade’ [rebaixamento da nota brasileira]”, diz a agência, em comunicado.

Fazenda reafirma compromisso com recuperação

O Ministério da Fazenda, por sua vez, reafirmou o compromisso com a “recuperação da economia brasileira por meio de reformas estruturais que objetivam o equilíbrio das contas públicas, a sustentabilidade da dívida pública e a construção de novas bases para o crescimento sustentado”.

Em comunicado, a Fazenda também destacou que a S&P informou na decisão que a nota do Brasil poderá ser mantida em um “cenário onde a incerteza política seja de curta duração e sob uma administração e equipe econômica que tenham apoio suficiente no Congresso para continuar avançando com medidas corretivas direcionadas a frear a deterioração fiscal e fortalecer as perspectivas de crescimento”.

Perda do grau de investimento

Atualmente, a nota do Brasil está na mesma posição nas escalas das 3 principais agências de classificação de risco: dois degraus abaixo do grau de investimento (selo de país bom pagador).

Na sexta-feira (19), a Fitch anunciou que decidiu manter a perspectiva negativa para o rating do país, citando o crescimento fraco e ‘repetidos episódios de instabilidade política’.

Na Moody´s, perspectiva foi elevada de negativa para estável em março. Em comunicado na última, entretanto, a agência afirmou que “as alegações envolvendo o presidente Michel Temer prejudicam a perspectiva de crédito do Brasil ameaçando paralisar ou reverter o positivo momento político e econômico observado recentemente”.

O Brasil conquistou o grau de investimento pelas agências internacionais Fitch Ratings e Standard & Poor’s pela primeira vez em 2008. Em 2009, conseguiu a classificação pela Moody’s.

A S&P foi primeira a tirar o selo de bom pagador do Brasil, em setembro de 2015, ação que foi seguida pelas outras duas grandes agências internacionais: Fitch e Moody´s.

Segundo analistas de mercado, historicamente, países costumam levar cerca de 5 a 10 anos para recuperar o selo de país bom pagador.

Fitch mantiene il rating del Brasile a BB ed outlook negativo

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A agência de classificação de risco Fitch anunciou nesta sexta-feira (19) que decidiu manter a nota de crédito soberano do Brasil em “BB” – dois degraus abaixo do grau de investimento (selo de bom pagador). Ao mesmo tempo, reafirmou a perspectiva negativa para o rating do país.

Ao manter inalterada o rating do Brasil, a agência destacou o crescimento fraco da economia e “repetidos episódios de instabilidade política” como riscos.

“O rating do Brasil é contido pela fraqueza estrutural em suas finanças públicas, peso crescente da dívida do governo, perspectivas fracas de crescimento, indicadores mais fracos de governança em relação a outros, e repetidos episódios de instabilidade política que afetam a política e têm implicações negativas para a economia”, apontou a Fitch em nota.

Por outro lado, a agência destaca que as fraquezas são compensadas pela diversidade econômica do país e instituições consolidadas, citando ainda como motivo para não alterar a nota do Brasil a queda da inflação e reformas como a do teto dos gastos.

La crisi politica brasiliana

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Una tempesta politica scuote in queste ore l’intero Brasile.

Con uno scoop che ha mandato in tilt la sua edizione online, il quotidiano Oglobo ha svelato un retroscena che colpisce al cuore il presidente Michel Temer e che ora rischia una procedura di impeachment.

Ma il capo dello Stato, in un discorso alla nazione trasmesso in tv, ha ribadito con forza che non si dimetterà. Il Tribunale Supremo Federale ha formalmente deciso di di incriminarlo per corruzione e ha autorizzato la magistratura di avviare delle indagini. “Sarà l’occasione”, ha replicato Temer col viso contratto dalla rabbia, “per chiarire fino in fondo una situazione a cui sono totalmente estraneo”. Poi con rinnovata enfasi, ha aggiunto: “La realtà del paese non può restare a lungo appesa a questa incertezza. Mi aspetto delle indagini rapide e profonde. Non ho mai, dico mai, autorizzato il pagamenti di alcunché per tacitare qualcuno. Non ho bisogno di comprare il silenzio di possibili delatori. Perché non temo alcuna delazione. La mia vita professionale, umana, politica, è la sola, vera prova della mia onestà”.

Il discorso di Temer arriva 12 ore dopo la tempesta che ha scosso in profondità le istituzioni brasiliane. I fratelli Joesley e Wesley Batista, magnati della JSB, la grande holding che si occupa di procedimenti nella lavorazione della carne bovina e suina, con filiali in altri 22 paesi del mondo, tra i più generosi finanziatori delle campagne elettorali, hanno consegnato ai magistrati di “Lava Jato” una registrazione audio dal quale emergerebbe che il Capo dello Stato avrebbe comprato il silenzio dell’ex presidente della Camera, Eduardo Cunha, del PMDB, lo stesso partito di Temer, accusato di corruzione e in carcere dall’ottobre scorso.

La Corte Suprema ha rimosso invece dal suo incarico il senatore Aécio Neves, presidente del PSDB-MG, principale alleato di governo, perché accusato di aver intascato una tangente di 2 milioni di reais. Una serie di foto, fatte dalla polizia, ritraggono suo cugino mentre ritira la valigia con il contante. Il senatore resta a piede libero, ma non potrà lasciare il paese. Finisce in manette anche un sostituto procuratore della Repubblica, Angelo Goulart. E’ il primo magistrato ad essere coinvolto nell’inchiesta “Lava Jato”. Avrebbe passato informazioni sulle indagini a rappresentanti del gruppo alimentare. Le prove sono state fornite dallo stesso Joesley Batista che avrebbe registrato le conversazioni avute con il giudice.

Ma la miccia che ha fatto esplodere la bomba ai vertici del potere brasiliano è l’incontro tra Joesley Batista e Michel Temer. Sarebbe avvenuto attorno alle 22,30 del 7 marzo scorso all’interno del Palazzo Jaburu, residenza del presidente. Il manager si sarebbe recato all’incontro, non ufficiale, munito di un registratore piazzato nella sua borsa. Avrebbe riferito a Temer che stava per consegnare una valigetta con all’interno 500 mila reais (circa 150 mila euro) come prima tranche per assicurarsi il silenzio di Cunha. L’accordo prevedeva il pagamento di una cifra analoga, a settimana, per 20 anni. Un totale di 480 milioni di reais (160 milioni di euro).

Temer, sempre stando alla registrazione di cui O Globo è entrato in possesso, durante l’incontro con Batista avrebbe annuito. Per poi aggiungere: “Questa cosa deve continuare, ok?”. L’industriale ha precisato ai magistrati che l’ordine di corrompere Cunha non sarebbe stato dato dal Capo dello Stato, il quale, comunque, era al corrente dell’intera operazione. L’ufficio della Presidenza della Repubblica ha rilasciato una nota nella quale nega qualsiasi “atto illegittimo” da parte di Temer e afferma che durante la riunione con uno dei due imprenditori “non sarebbe stato affrontato alcun accordo su un presunto passaggio di denaro”.

Ma la notizia ha messo a subbuglio il Senato che si trovava in riunione plenaria. L’opposizione ha iniziato a gridare e a chiedere con forza le dimissioni di Temer. Il presidente del Senato è stato costretto a interrompere la seduta. Un vero terremoto per le istituzioni e anche per la Borsa che ha perso 10 punti ed ha sospeso le contrattazioni. La gente è rimasta incollata davanti alla tv, i social inondati di commenti e di insulti. Centinaia di manifestanti si sono radunati davanti al palazzo di Planalto a Brasilia invocando le dimissioni di Temer. Manifestazioni si stanno svolgendo anche a San Paolo.

Non si tratta di una delle solite rivelazioni che annunciano nuovi scandali e arresti. Questa volta è diverso. L’impatto politico è rafforzato dalla presenza di una prova audio che ha registrato un chiaro atto corruttivo. Al più alto livello istituzionale. Il Pt, assieme ad altri partiti dell’opposizione, ha annunciato di aver depositato tre richieste ufficiali di impeachment nei confronti del presidente del Brasile. Un boomerang. Fu lo stesso Temer, all’epoca vicepresidente, a guidare con Cunha la battaglia per la destituzione di Dilma Rousseff. Beffe del destino.

Ma Michel Temer parla di congiura e non ha intenzione di dimettersi.

Lo ha detto nel pomeriggio, lo aveva già ribadito mercoledì notte, mentre migliaia di brasiliani  protestavano picchiando sulle pentole dai balconi delle case e e innalzando striscioni per le strade di  San Paolo e Brasilia. “Sto vivendo il peggior momento della mia vita”, aveva dichiarato Temer ai suoi collaboratori, “ma non mi farò da parte. Combatterò”.

Fonte : La Repubblica

Temer dichiara in TV ” Non mi dimetto ” e la borsa perde l’8.5% !

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E’ di pochi minuti fa la prima dichiarazione ufficiale di Temer dopo il terremoto che lo vede indagato in prima persona assieme al senatore ( oramai ex – senatore ) Aecio Neves . Quest’ultimo è attualmente ricercato dalla Interpool perchè non si trova al suo domicilio abituale . La sorella di Aecio , anche lei coinvolta nello scadalo , è stata già arrestata .

Temer ufficialmente sotto investigazione . Crolla l’indice BOVESPA !

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Quello che tutti temevano ma che si sapeva essere inevitabile è accaduto . Il Presidente Temer passa ad essere reo nella Madre di  tutti i processi brasiliani :  Lava Jato .  

Divulgate le immagini in cui viene pagata la tangente di  R$ 500 000 al deputato Rodrigo Rocha Loures (PMDB-PR) , intermediário del presidente Michel Temer .Secondo  “O Globo”, uno dei proprietari del Gruppo  JBS, Joesley Batista, registrò il Presidente Temer mentre approvava la tandente finalizzata a comprare il silenzio di Cunha .

La Borsa brasiliana crolla istantaneamente  del 7%  e l’euro vale   R$ 3.7 !!

Il presidente Temer prossimo alla rinuncia ? Cosa accadrà dopo ?

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Segundo informações do Jornal “O Globo” de 17/05/2017, o dono da JBS, afirmou à PGR que o presidente Michel Temer (PMDB) deu aval à compra do silêncio do ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB), em delação que ainda não foi homologada pelo STF.

Após a bombástica delação por dos empresários da JBS, a pergunta que fica é:

Se o vice-presidente – atual presidente -for cassado de seu cargo, quem irá assumir?

A Constituição enfatizou essas questões em seu artigo 80:

Art. 80. Em caso de impedimento do Presidente e do Vice-Presidente, ou vacância dos respectivos cargos, serão sucessivamente chamados ao exercício da Presidência o Presidente da Câmara dos Deputados, o do Senado Federal e o do Supremo Tribunal Federal.

O impedimento possui um caráter temporário (por exemplo: doença ou missão diplomática), ou seja, uma substituição provisória. Por sua vez, a vacância nos dá uma ideia de impossibilidade definitiva para a admissibilidade do cargo (cassação, renúncia ou morte).

Dessa maneira, assumiriam o País, respectivamente:

  • o Presidente da Câmara dos Deputados;
  • o Presidente do Senado Federal;
  • o Presidente do STF.

Cada um deles assumiria em caráter temporário. Por isso, a doutrina os denomina de substitutos eventuais ou legais.

Art. 81. Vagando os cargos de Presidente e Vice-Presidente da República, far-se-á eleição noventa dias depois de aberta a última vaga.

§ 1º – Ocorrendo a vacância nos últimos dois anos do período presidencial, a eleição para ambos os cargos será feita trinta dias depois da última vaga, pelo Congresso Nacional, na forma da lei.

§ 2º – Em qualquer dos casos, os eleitos deverão completar o período de seus antecessores.

O artigo 81 da CF/88 prevê a hipótese do chamado mandato tampão, no qual haverá a complementação do mandato por outra pessoa no casos já previstos.

No caso do cargo de presidente e vice-presidente estar vago nos 02 (dois) primeiros anos de mandato far-se-á eleição 90 dias depois de aberta a última vaga. Portanto, estamos diante da chamada eleição direta.

Por sua vez, caso a vacância dê-se nos 02 (dois) últimos anos de mandato a eleição para ambos os cargos será feita 30 dias depois da última vaga, pelo Congresso Nacional, na forma da lei. Isto é a chamada eleição indireta.

Na atual conjectura, caso haja a vacância do cargo de presidente, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia assumirá a presidência, e deverá solicitar ao Congresso Nacional eleições indiretas.

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